segunda-feira, 29 de dezembro de 2003
acreditas em coincidências?
a semana passada o desenfreado consumo natalício, ontem a grande entrevista, hoje a acusação, durante os próximos dias o desenfreado derby da 2ª circular. joão, desculpa, mas acredito tanto em coincidências como no 'facto' de o JFK ter sido assassinado por um louco solitário
zé
latin'américa
Soy loco por ti, América
Yo voy traer una mujer playera
Que su nombre sea Marti
Que su nombre sea Marti
Soy loco por ti de amores
Tenga como colores la espuma blanca de Latinoamérica
Y el cielo como bandera
Y el cielo como bandera
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Sorriso de quase nuvem
Os rios, canções, o medo
O corpo cheio de estrelas
O corpo cheio de estrelas
Como se chama a amante
Desse país sem nome, esse tango, esse rancho,
esse povo, dizei-me, arde
O fogo de conhecê-la
O fogo de conhecê-la
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
El nombre del hombre muerto
Ya no se puede decirlo, quién sabe?
Antes que o dia arrebente
Antes que o dia arrebente
El nombre del hombre muerto
Antes que a definitiva noite se espalhe em Latinoamérica
El nombre del hombre es pueblo
El nombre del hombre es pueblo
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Espero a manhã que cante
El nombre del hombre muerto
Não sejam palavras tristes
Soy loco por ti de amores
Um poema ainda existe
Com palmeiras, com trincheiras, canções de guerra,
quem sabe canções do mar
Ai, hasta te comover
Ai, hasta te comover
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Estou aqui de passagem
Sei que adiante um dia vou morrer
De susto, de bala ou vício
De susto, de bala ou vício
Num precipício de luzes
Entre saudades, soluços, eu vou morrer de bruços
nos braços, nos olhos
Nos braços de uma mulher
Nos braços de uma mulher
Mais apaixonado ainda
Dentro dos braços da camponesa, guerrilheira,
manequim, ai de mim
Nos braços de quem me queira
Nos braços de quem me queira
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
zé
Yo voy traer una mujer playera
Que su nombre sea Marti
Que su nombre sea Marti
Soy loco por ti de amores
Tenga como colores la espuma blanca de Latinoamérica
Y el cielo como bandera
Y el cielo como bandera
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Sorriso de quase nuvem
Os rios, canções, o medo
O corpo cheio de estrelas
O corpo cheio de estrelas
Como se chama a amante
Desse país sem nome, esse tango, esse rancho,
esse povo, dizei-me, arde
O fogo de conhecê-la
O fogo de conhecê-la
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
El nombre del hombre muerto
Ya no se puede decirlo, quién sabe?
Antes que o dia arrebente
Antes que o dia arrebente
El nombre del hombre muerto
Antes que a definitiva noite se espalhe em Latinoamérica
El nombre del hombre es pueblo
El nombre del hombre es pueblo
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Espero a manhã que cante
El nombre del hombre muerto
Não sejam palavras tristes
Soy loco por ti de amores
Um poema ainda existe
Com palmeiras, com trincheiras, canções de guerra,
quem sabe canções do mar
Ai, hasta te comover
Ai, hasta te comover
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
Estou aqui de passagem
Sei que adiante um dia vou morrer
De susto, de bala ou vício
De susto, de bala ou vício
Num precipício de luzes
Entre saudades, soluços, eu vou morrer de bruços
nos braços, nos olhos
Nos braços de uma mulher
Nos braços de uma mulher
Mais apaixonado ainda
Dentro dos braços da camponesa, guerrilheira,
manequim, ai de mim
Nos braços de quem me queira
Nos braços de quem me queira
Soy loco por ti, América
Soy loco por ti de amores
zé
terça-feira, 23 de dezembro de 2003
segunda-feira, 22 de dezembro de 2003
lamb
always and forever
we'll be free
always and forever
be with me
we'll have love a'plenty
we'll have joys outnumbered
we'll share perfect moments
you and me
zé
we'll be free
always and forever
be with me
we'll have love a'plenty
we'll have joys outnumbered
we'll share perfect moments
you and me
zé
quarta-feira, 26 de novembro de 2003
los hermanos
Quem se atreve a me dizer
do que é feito o samba?
Quem se atreve a me dizer?
Não, eu não sambo mais em vão
O meu samba tem cordão
O meu bloco tem sem ter e ainda assim
Sambo bem a dois por mim
Bambo e só, mas sambo sim
Sambo por gostar de alguém gostar de
Me lavra a alma, me leva embora
Deixa haver samba no peito de quem chora
Quem se atreve a me dizer
do que é feito o samba ?
Quem se atreve a me dizer?
Quem me ensinou a te dizer
Vem que passa o teu sofrer
Foi mais um que deu as mãos entre nós dois
Eu entendo o seu depois
Não me entenda aqui por mal
Mas pro samba foi vital falar em
Me laça a alma, me leva agora
Já que um bom samba não tem lugar nem chora
Nem se atreva a me dizer
Do que é feito o samba
Nem se atreva a me dizer
zé
do que é feito o samba?
Quem se atreve a me dizer?
Não, eu não sambo mais em vão
O meu samba tem cordão
O meu bloco tem sem ter e ainda assim
Sambo bem a dois por mim
Bambo e só, mas sambo sim
Sambo por gostar de alguém gostar de
Me lavra a alma, me leva embora
Deixa haver samba no peito de quem chora
Quem se atreve a me dizer
do que é feito o samba ?
Quem se atreve a me dizer?
Quem me ensinou a te dizer
Vem que passa o teu sofrer
Foi mais um que deu as mãos entre nós dois
Eu entendo o seu depois
Não me entenda aqui por mal
Mas pro samba foi vital falar em
Me laça a alma, me leva agora
Já que um bom samba não tem lugar nem chora
Nem se atreva a me dizer
Do que é feito o samba
Nem se atreva a me dizer
zé
Vida de cão
Oh vida de cão esta. Revoadas de chuva a tombar-me no lombo, cheiro a pelo molhado, almofadas das patas que chapinham e ficam frias e sujas. Cão-traste. Cão-de-água que não sabe nadar. Se fosse bípede apanhava menos água.
quinta-feira, 20 de novembro de 2003
segunda-feira, 27 de outubro de 2003
Por uma causa justa,
Por uma necessidade imperiosa,
Pela nossa saúde,
Pela nossa nação,
P'lo raio que a parta, a ela.
Adiram e divulguem esta iniciativa.
mavatar
Mavatar.
Por uma necessidade imperiosa,
Pela nossa saúde,
Pela nossa nação,
P'lo raio que a parta, a ela.
Adiram e divulguem esta iniciativa.
mavatar
Mavatar.
sábado, 25 de outubro de 2003
quinta-feira, 23 de outubro de 2003
Vanessa da Mata
É facil não querer saber, ter medo e fugir
Ser um personagem distante
É facil beijar quem pouco te mexe
O difícil é tremer
Desejar demais, arder em febre
Ter medo do que não se conhece
De descontrolar-se, de se perder, de se esquecer
Mas seguir adiante
Gelar as mãos
Suar o rosto corado de sangue
Redicularizar-se
Palpitar o coração
Expor-se frágil dama, sendo homem ou mulher, às dolorosas boas penas
Se dar e às vezes se jogar a um desconhecido qualquer
Num gosto antídoto, intenso
Gostar do atrevimento e do profundo irrompendo
Fazer-se viver realmente em dobro
Perceber o que não se fazia perceber
É um sisco o provisório demais
Não ser radical e inteiro ao que pode o bem
O bom mesmo é viver a generosidade da entrega
Responder ao aperfeiçoamento que não havia ainda
A soma do que começa e do que finda
A vida e a morte quando se beija
Às vezes coragem é ficar de frente
Tremer e não correr perante o gigante
Se sentir inocente
Sonhar numa plenitude como se tivesse chegado a eternidade
E da nada mais importar-se
Falar palavras tontas numa dicção solene
Sentir o coração rebelde chocalhando, chamando, querendo, pedindo, independentemente
E então não resistir à fome que a alma e o corpo temem
Se ver na letra que a música grita, que antes, careta, não se suportava
Num susto se percebe docemente que agora existe um único sentido
Uma resposta em nenhuma pergunta
Tudo se torna dele
Das intensidades do amor que vão da angústia à felicidade
E é talvez a única arte que a arte transmita ao homem em sua total integridade
zé
Ser um personagem distante
É facil beijar quem pouco te mexe
O difícil é tremer
Desejar demais, arder em febre
Ter medo do que não se conhece
De descontrolar-se, de se perder, de se esquecer
Mas seguir adiante
Gelar as mãos
Suar o rosto corado de sangue
Redicularizar-se
Palpitar o coração
Expor-se frágil dama, sendo homem ou mulher, às dolorosas boas penas
Se dar e às vezes se jogar a um desconhecido qualquer
Num gosto antídoto, intenso
Gostar do atrevimento e do profundo irrompendo
Fazer-se viver realmente em dobro
Perceber o que não se fazia perceber
É um sisco o provisório demais
Não ser radical e inteiro ao que pode o bem
O bom mesmo é viver a generosidade da entrega
Responder ao aperfeiçoamento que não havia ainda
A soma do que começa e do que finda
A vida e a morte quando se beija
Às vezes coragem é ficar de frente
Tremer e não correr perante o gigante
Se sentir inocente
Sonhar numa plenitude como se tivesse chegado a eternidade
E da nada mais importar-se
Falar palavras tontas numa dicção solene
Sentir o coração rebelde chocalhando, chamando, querendo, pedindo, independentemente
E então não resistir à fome que a alma e o corpo temem
Se ver na letra que a música grita, que antes, careta, não se suportava
Num susto se percebe docemente que agora existe um único sentido
Uma resposta em nenhuma pergunta
Tudo se torna dele
Das intensidades do amor que vão da angústia à felicidade
E é talvez a única arte que a arte transmita ao homem em sua total integridade
zé
A parvoíce do costume
Há momentos da vida de um país em que as pessoas deviam estar caladas. Género fazer um voto colectivo de silêncio e não dizer nada durante uma semana inteira.
Depois da comunicação de Jorge Sampaio, este é um desses momentos. É que com as ansiedades que por aí andam de se interpretar esta e aquela frase, ou este e aquele gesto e, ainda, com as ansiedades de se saber o que vai acontecer a seguir, corre-se o enorme risco de só sairem disparates deste calibre.
joão h j - a-metamorfose
quarta-feira, 22 de outubro de 2003
não imagino
não imagino o meu país com o desemprego a crescer. não imagino o meu país com baixos salários e pensões de miséria. não imagino o meu país a não investir na educação, na formação, na ciência. não imagino o meu país com filas de espera em hospitais e centros de saúde. não imagino o meu país improdutivo, a não criar riqueza económica.
mas ando distraído, pareço distraído, nesta novela judiciária. o meu país, este país, não merece distracções
zé
mas ando distraído, pareço distraído, nesta novela judiciária. o meu país, este país, não merece distracções
zé
Jorge Sampaio
As fronteiras dos espaços de exercício do poder começam a ficar mais bem definidas.
A partir deste momento, qualquer tentativa de politizar a justiça, ou judiciar a política, deverá ser fortemente criticada e denunciada.
O mesmo deverá ser feito relativamente a qualquer tentativa de deflectir o discurso de jorge sampaio, da sua trajectória de elevada referência institucional e política.
joão h j - a-metamorfose
segunda-feira, 20 de outubro de 2003
Um latido
de felicitações ao Cão de Guarda pela coragem e excelente ideia de publicar um acesso público ao blog,
e uma ROSNADELA ao Paulo Portas por transformar o pessoal de 18 anos em soldadinhos de chumbo a brincar às guerras no Alfeite. Depois do F 16 e dos submarinos só faltavam as marchas dos meninos vestidos de castanho ao som do hino.
Mavatar - www.atalaia.blogspot.com
e uma ROSNADELA ao Paulo Portas por transformar o pessoal de 18 anos em soldadinhos de chumbo a brincar às guerras no Alfeite. Depois do F 16 e dos submarinos só faltavam as marchas dos meninos vestidos de castanho ao som do hino.
Mavatar - www.atalaia.blogspot.com
domingo, 19 de outubro de 2003
Alinhamentos...
Porque é que a notícia da criança violada pelo pai foi segunda no alinhamento do Telejornal de hoje, logo a seguir à das escutas realizadas a Ferro, Pedroso e Costa? E, já agora, visto que Ferro estava nos Açores, porque é que a notícia referente ao congresso do PS-Açores só apareceu em quinto?
Cá se dizem, cá se ouvem!
O segredo de justiça já foi mais violado que os próprios miudos da Casa Pia!
Porém nunca como com estas transcrinções, ele foi tão bem violado! Bem no aspecto de merecido, porque apesar de violado o segredo de justiça saiu desta história a rir que nem um perdido.
Do género - Estás-te a cagar para mim, eu estou-me a cagar para ti!
Ferro vai cagar... Para o segredo de justiça, claro! Mas faz um favor a todos, vai bem longe e não voltes!
Satellite of Love
João Paulo II
Haverá algum tipo de poder mais odioso do que o latente - aquele que nos rodeia, que nos invade, e que não permite a sua destituição?
terça-feira, 14 de outubro de 2003
sábado, 11 de outubro de 2003
Subscrever:
Mensagens (Atom)
