Esta é que é uma surpresa! Pelo menos para quem não pertence a este grupo profissional, mão se imagina que na carreira de professor exista um leque tão aberto de remunerações.
Mas diz-nos o relatório «Um olhar sobre a educação. Indicadores de 2004» que os «professores em topo de carreira em Portugal auferem vencimentos mais elevados que na média dos restantes países da OCDE [.....]e em contrapartida, no início de carreira um professor português ganha 15.873 euros, face a 18.702 ganhos pelos professores na média dos países da OCDE» Ups!?
A explicação é que até ao 7º escalão as subidas são pequenas e só ao fim de 26 anos se começa a ganhar melhor, diz o Sindicato. Pois, mas porquê? Não serão licenciados da função pública? Assim como me parece incrível esta dança das cadeiras anual, por causa das colocações, também estranho a diferença de vencimentos. Ou há moralidade...
PS - Se qualquer modo, esta comparação é um pouco falaciosa, porque tudo isto se passa dentro da nossa pequenez de vencimentos. Decerto que serão "mais elevados" em relação aos demais colegas, mas não dá para comparar com salários da "outra europa".
M.L.
Mas diz-nos o relatório «Um olhar sobre a educação. Indicadores de 2004» que os «professores em topo de carreira em Portugal auferem vencimentos mais elevados que na média dos restantes países da OCDE [.....]e em contrapartida, no início de carreira um professor português ganha 15.873 euros, face a 18.702 ganhos pelos professores na média dos países da OCDE» Ups!?
A explicação é que até ao 7º escalão as subidas são pequenas e só ao fim de 26 anos se começa a ganhar melhor, diz o Sindicato. Pois, mas porquê? Não serão licenciados da função pública? Assim como me parece incrível esta dança das cadeiras anual, por causa das colocações, também estranho a diferença de vencimentos. Ou há moralidade...
PS - Se qualquer modo, esta comparação é um pouco falaciosa, porque tudo isto se passa dentro da nossa pequenez de vencimentos. Decerto que serão "mais elevados" em relação aos demais colegas, mas não dá para comparar com salários da "outra europa".
M.L.
Na questão do trânsito, peões somos todos. É elementar. Todo o indivíduo que utiliza um transporte, tem de entrar e sair dele. Sou capaz de imaginar os super-vips, que têm carro com motorista e se limitam a atravessar o passeio para entrar no carro, e depois a sair e atravessar outro passeio, ou entrada de vivenda. Contudo quero acreditar que mesmo esses, de vez em quando precisam de andar uns metros a pé... Bom, portanto, está assente que peões somos todos. Então, qual a motivação que leva as pessoas a não respeitar o código dos peões? Não estou a acusar, eu também pertenço ao grupo. Está uma passadeira a uns metros de distância, mas se eu quero ir para a porta mesmo em frente do outro lado da rua, para que é que vou até lá? Como reconheci, eu mesma farto-me de fazer isso. Mas já me confunde quando essa acção se torna uma gincana arriscadíssima, o que muitas vezes acontece. O percurso que agora faço para ir trabalhar passa em frente da estação de barcos da Praça do Comércio. Quando chega um barco, vê-se grupos de pessoas, a corta-mato, por entre os carros e autocarros para chegarem à sua paragem. A passagem está um pouco distante, só que o risco é mesmo risco de vida! Mas logo a seguir, na zona a seguir ao Cais do Sodré, acho que a razão está toda com os peões. A distância entre duas passadeiras é inacreditável! Uma pessoa ou atravessa no Cais do Sodré ou vai atravessar em Santos! Haja bom-senso, por favor.
Enquanto em Lisboa tropeçamos em pedintes constantemente ( basta sair de casa, parar em cruzamentos, andar de metro, por vezes apenas entrar num café ) vamos tendo a ideia falsa de que o “mal” está concentrado por aqui e as coisas no resto do país são menos gritantes. Se calhar o caso é esse: “menos gritantes”. A pobreza é mais envergonhada. Mas afinal verifica-se que
Ora bem. Em 1994 Bill Clinton assinou uma proibição de fabrico e venda de armas semi-automáticas. Essa medida
Ontem à noite, estive a ouvir o Senhor Ministro das Finanças e fiquei na mesma.
