só adianta resolver os problemas da segurança social martelando (literalmente) a cabeça dos economicistas do ministério da fazenda
zé
sexta-feira, 7 de janeiro de 2005
o senhor Ministro, coitado!
representante do Fórum Não Governamental para a Inclusão Social, referindo-se ao senhor Negrão
zé
zé
Susana...
vai continuar parado à porta de casa? sempre evitas ser condutora de fim-de-semana (e não aumentas a sinistralidade automóvel)
zé
quinta-feira, 6 de janeiro de 2005
Colin McRae
O piloto escocês Colin McRae, antigo campeão mundial de ralis, sofreu ontem um aparatoso acidente, mas sem consequências físicas para os pilotos, e abandonou a grande prova africana de todo-o-terreno, o Barcelona-Dakar
devia continuar com um Ford Focus (mesmo que não Blue Saphira Light)
zé
quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
cinema iraniano (para o Filipe)
empresto-te o Abbas Kiarostami, livro editado pela Cinemateca Portuguesa que a minha querida mãe me ofereceu no Natal e o Dez que ofereci a uma socióloga urbana e pós-materialista que considero mais iraniana que indiana
zé
terça-feira, 4 de janeiro de 2005
Zé, este é o Jordão de que me recordo
«Jordão nasceu em Benguela, Angola, a 9 de Agosto de 1952.
As características que possuía davam-lhe garantias para se tornar um grande futebolista. Mas, um professor de ginástica convenceu-o de que as suas qualidades estavam mais viradas para o atletismo, e por isso inscreveu-o nos campeonatos de Angola.
Sem treinar, Jordão sagrou-se vice-campeão dos 80 metros. Uma lesão, nesta competição, afastou-o das pistas e do futebol.
No dia 28 de Agosto de 1977 ingressou no Sporting. O sonho de criança tornou-se real.
Jordão teve uma estreia auspiciosa num jogo contra o Vasco da Gama, onde a equipa brasileira perdeu por 2-1 e os dois golos da formação verde e branca foram marcados pela mais recente estrela da companhia.
A carreira do atleta «leonino» ficou marcada pelas lesões que sofreu ao serviço do futebol.
Jordão foi uma das figuras mais carismáticas dentro do Sporting. Ao serviço do Clube conquistou dois campeonatos nacionais nas épocas de 1979/80 e 1981/82; duas Taças de Portugal nas temporadas de 1977/78 e 1981/82 e uma Supertaça em 1981/82. Venceu a Bota de Prata em 1979/80, marcando 31 golos no Campeonato Nacional.
Ao longo da carreira marcou 247 golos em jogos oficiais, ao serviço de seis clubes.
Representou a Selecção Nacional "A" por 43 vezes e marcou 15 golos. Estreou-se com a camisola das «quinas» no dia 29 de Março de 1972, num jogo frente ao Chipre (4-0).
Realizou o último jogo a 25 de Janeiro de 1989, em Atenas, contra a Grécia (2-1). Fez parte da equipa que conquistou o segundo lugar na Minicopa, em 1972 e no Europeu de 1984 classificou-se em 3º lugar.»
(Do website oficial do Sporting Clube de Portugal)
JHJ
Observatório Diário Económico
que o jornal tenha um Observatório que reúne semestralmente 14 personalidades públicas para avaliar o país, magnífico. que Manuela Ferreira Leite esteja nas Finanças, Marcelo Rebelo de Sousa na Vida Política e Suzana Toscano na Administração Pública / Justiça, óptimo. agora, Diogo Lucena na Segurança Social e Maria José Nogueira Pinto na Solidariedade Social!?!?!? talvez privatização da segurança social e caridade social
zé
zé
João Ferreira do Amaral
ontem, a televisão confundiu-o com Ernâni Lopes e João César das Neves. ainda teve sorte, não o confundiram com Eduardo Catroga
zé
zé
segunda-feira, 3 de janeiro de 2005
Francisco Ferreira (para o Bernardo)
(também em Elmetacin ao Poste)
Era ainda o tempo do “avante, avante p’lo Benfica, que uma aura triunfante glorifica”, estrofe do primeiro hino do clube (…). Era já o tempo de Francisco Ferreira (…). Esquerdino nato, vigília fazia na intermediária, tipo lugar-tenência. (…) era alguém perfeito no domínio da posição, alguém com sonora voz de comando, alguém que lutava até à exaustão. Era um líder. Incontestado. (…)
Ultrapassou o meio milhar de jogos, entre particulares e oficiais, rubricando 60 golos. Venceu quatro Campeonatos e seis Taças de Portugal. Com a saída de Francisco Albino, durante nove anos envergou, orgulhosamente, a braçadeira de capitão. (…) Ao serviço da Selecção, em Fevereiro de 1949, disputou um Itália-Portugal (4-1), na cidade de Génova. O comendador Novo, presidente do Torino, a melhor equipa transalpina nessa altura, ficou rendido à prestação de Francisco Ferreira. Tal como o Real Madrid, alguns anos antes, também o clube italiano solicitou os seus ofícios. (…) Quando a sua festa de homenagem começava a ganhar contornos, Francisco Ferreira telefonou ao líder do Torino, convidando o melhor conjunto europeu a participar no evento. O Benfica haveria de vencer por 4-3. (…) Poucas horas depois, o avião despenhou-se sobre a basílica de Superga, naquela que foi uma das maiores tragédias do futebol mundial.
(in Memorial Benfica – 100 Glórias)
zé
Era ainda o tempo do “avante, avante p’lo Benfica, que uma aura triunfante glorifica”, estrofe do primeiro hino do clube (…). Era já o tempo de Francisco Ferreira (…). Esquerdino nato, vigília fazia na intermediária, tipo lugar-tenência. (…) era alguém perfeito no domínio da posição, alguém com sonora voz de comando, alguém que lutava até à exaustão. Era um líder. Incontestado. (…)
Ultrapassou o meio milhar de jogos, entre particulares e oficiais, rubricando 60 golos. Venceu quatro Campeonatos e seis Taças de Portugal. Com a saída de Francisco Albino, durante nove anos envergou, orgulhosamente, a braçadeira de capitão. (…) Ao serviço da Selecção, em Fevereiro de 1949, disputou um Itália-Portugal (4-1), na cidade de Génova. O comendador Novo, presidente do Torino, a melhor equipa transalpina nessa altura, ficou rendido à prestação de Francisco Ferreira. Tal como o Real Madrid, alguns anos antes, também o clube italiano solicitou os seus ofícios. (…) Quando a sua festa de homenagem começava a ganhar contornos, Francisco Ferreira telefonou ao líder do Torino, convidando o melhor conjunto europeu a participar no evento. O Benfica haveria de vencer por 4-3. (…) Poucas horas depois, o avião despenhou-se sobre a basílica de Superga, naquela que foi uma das maiores tragédias do futebol mundial.
(in Memorial Benfica – 100 Glórias)
zé
laicidade ao almoço
na Fundação Medeiros e Almeida os almoços são agradáveis, a oferta é diversificada e saborosa, o serviço simpático e rápido, o espaço é muito frequentado por raparigas bonitas, 'executive style'
esta, de saia rosa-clã, sentou-se, apoiou os cotovelos na mesa, uniu as mãos, cerrou os olhos, mexeu os lábios, benzeu-se
espero que no meu país, continuando laico, os crentes possam continuar também a manifestar a sua fé em locais públicos
zé
esta, de saia rosa-clã, sentou-se, apoiou os cotovelos na mesa, uniu as mãos, cerrou os olhos, mexeu os lábios, benzeu-se
espero que no meu país, continuando laico, os crentes possam continuar também a manifestar a sua fé em locais públicos
zé
À Ton Image
(para a Mariana Silva e o Nuno Garcia)
evitei ver na Festa do Cinema Francês o Haute Tension “que tira partido do grande ecrã, à semelhança de um John Carpenter em grande forma”, por minutos antes ter visto À Ton Image
e quinta, depois da meia-noite na RTP1, Christine, O Carro Assassino
zé
evitei ver na Festa do Cinema Francês o Haute Tension “que tira partido do grande ecrã, à semelhança de um John Carpenter em grande forma”, por minutos antes ter visto À Ton Image
e quinta, depois da meia-noite na RTP1, Christine, O Carro Assassino
zé
o preço certo
acho que foi no primeiro dia do ano que vislumbrei 'o preço certo em euros' com convidados especiais: Quim Barreiros, Rui Veloso, Toy e Jorge Palma. Jorge Palma? sim, como diria a camarada Teresa Guilherme, quem tem ética passa fome
zé
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