sexta-feira, 14 de janeiro de 2005
quarta-feira, 12 de janeiro de 2005
terça-feira, 11 de janeiro de 2005
segunda-feira, 10 de janeiro de 2005
ainda Torino
(actualizado e infelizmente actual)
alguns dos iseguianos devem lembrar-se da Tina do Kula, irmã do futuro co-capitão do Benfica. o namorado da Tina é do Torino, não gosta da Juventus nem do Trapattoni, diz que não há paciência para o aturar nem há beleza no seu futebol, prefere perder por 1 a ganhar por 3. posso convidá-lo para um destes domingos?
zé
alguns dos iseguianos devem lembrar-se da Tina do Kula, irmã do futuro co-capitão do Benfica. o namorado da Tina é do Torino, não gosta da Juventus nem do Trapattoni, diz que não há paciência para o aturar nem há beleza no seu futebol, prefere perder por 1 a ganhar por 3. posso convidá-lo para um destes domingos?
zé
domingo, 9 de janeiro de 2005
sexta-feira, 7 de janeiro de 2005
the economist (II)
só adianta resolver os problemas da segurança social martelando (literalmente) a cabeça dos economicistas do ministério da fazenda
zé
zé
o senhor Ministro, coitado!
representante do Fórum Não Governamental para a Inclusão Social, referindo-se ao senhor Negrão
zé
zé
Susana...
vai continuar parado à porta de casa? sempre evitas ser condutora de fim-de-semana (e não aumentas a sinistralidade automóvel)
zé
quinta-feira, 6 de janeiro de 2005
Colin McRae
O piloto escocês Colin McRae, antigo campeão mundial de ralis, sofreu ontem um aparatoso acidente, mas sem consequências físicas para os pilotos, e abandonou a grande prova africana de todo-o-terreno, o Barcelona-Dakar
devia continuar com um Ford Focus (mesmo que não Blue Saphira Light)
zé
quarta-feira, 5 de janeiro de 2005
cinema iraniano (para o Filipe)
empresto-te o Abbas Kiarostami, livro editado pela Cinemateca Portuguesa que a minha querida mãe me ofereceu no Natal e o Dez que ofereci a uma socióloga urbana e pós-materialista que considero mais iraniana que indiana
zé
terça-feira, 4 de janeiro de 2005
Zé, este é o Jordão de que me recordo
«Jordão nasceu em Benguela, Angola, a 9 de Agosto de 1952.
As características que possuía davam-lhe garantias para se tornar um grande futebolista. Mas, um professor de ginástica convenceu-o de que as suas qualidades estavam mais viradas para o atletismo, e por isso inscreveu-o nos campeonatos de Angola.
Sem treinar, Jordão sagrou-se vice-campeão dos 80 metros. Uma lesão, nesta competição, afastou-o das pistas e do futebol.
No dia 28 de Agosto de 1977 ingressou no Sporting. O sonho de criança tornou-se real.
Jordão teve uma estreia auspiciosa num jogo contra o Vasco da Gama, onde a equipa brasileira perdeu por 2-1 e os dois golos da formação verde e branca foram marcados pela mais recente estrela da companhia.
A carreira do atleta «leonino» ficou marcada pelas lesões que sofreu ao serviço do futebol.
Jordão foi uma das figuras mais carismáticas dentro do Sporting. Ao serviço do Clube conquistou dois campeonatos nacionais nas épocas de 1979/80 e 1981/82; duas Taças de Portugal nas temporadas de 1977/78 e 1981/82 e uma Supertaça em 1981/82. Venceu a Bota de Prata em 1979/80, marcando 31 golos no Campeonato Nacional.
Ao longo da carreira marcou 247 golos em jogos oficiais, ao serviço de seis clubes.
Representou a Selecção Nacional "A" por 43 vezes e marcou 15 golos. Estreou-se com a camisola das «quinas» no dia 29 de Março de 1972, num jogo frente ao Chipre (4-0).
Realizou o último jogo a 25 de Janeiro de 1989, em Atenas, contra a Grécia (2-1). Fez parte da equipa que conquistou o segundo lugar na Minicopa, em 1972 e no Europeu de 1984 classificou-se em 3º lugar.»
(Do website oficial do Sporting Clube de Portugal)
JHJ
Observatório Diário Económico
que o jornal tenha um Observatório que reúne semestralmente 14 personalidades públicas para avaliar o país, magnífico. que Manuela Ferreira Leite esteja nas Finanças, Marcelo Rebelo de Sousa na Vida Política e Suzana Toscano na Administração Pública / Justiça, óptimo. agora, Diogo Lucena na Segurança Social e Maria José Nogueira Pinto na Solidariedade Social!?!?!? talvez privatização da segurança social e caridade social
zé
zé
João Ferreira do Amaral
ontem, a televisão confundiu-o com Ernâni Lopes e João César das Neves. ainda teve sorte, não o confundiram com Eduardo Catroga
zé
zé
segunda-feira, 3 de janeiro de 2005
Francisco Ferreira (para o Bernardo)
(também em Elmetacin ao Poste)
Era ainda o tempo do “avante, avante p’lo Benfica, que uma aura triunfante glorifica”, estrofe do primeiro hino do clube (…). Era já o tempo de Francisco Ferreira (…). Esquerdino nato, vigília fazia na intermediária, tipo lugar-tenência. (…) era alguém perfeito no domínio da posição, alguém com sonora voz de comando, alguém que lutava até à exaustão. Era um líder. Incontestado. (…)
Ultrapassou o meio milhar de jogos, entre particulares e oficiais, rubricando 60 golos. Venceu quatro Campeonatos e seis Taças de Portugal. Com a saída de Francisco Albino, durante nove anos envergou, orgulhosamente, a braçadeira de capitão. (…) Ao serviço da Selecção, em Fevereiro de 1949, disputou um Itália-Portugal (4-1), na cidade de Génova. O comendador Novo, presidente do Torino, a melhor equipa transalpina nessa altura, ficou rendido à prestação de Francisco Ferreira. Tal como o Real Madrid, alguns anos antes, também o clube italiano solicitou os seus ofícios. (…) Quando a sua festa de homenagem começava a ganhar contornos, Francisco Ferreira telefonou ao líder do Torino, convidando o melhor conjunto europeu a participar no evento. O Benfica haveria de vencer por 4-3. (…) Poucas horas depois, o avião despenhou-se sobre a basílica de Superga, naquela que foi uma das maiores tragédias do futebol mundial.
(in Memorial Benfica – 100 Glórias)
zé
Era ainda o tempo do “avante, avante p’lo Benfica, que uma aura triunfante glorifica”, estrofe do primeiro hino do clube (…). Era já o tempo de Francisco Ferreira (…). Esquerdino nato, vigília fazia na intermediária, tipo lugar-tenência. (…) era alguém perfeito no domínio da posição, alguém com sonora voz de comando, alguém que lutava até à exaustão. Era um líder. Incontestado. (…)
Ultrapassou o meio milhar de jogos, entre particulares e oficiais, rubricando 60 golos. Venceu quatro Campeonatos e seis Taças de Portugal. Com a saída de Francisco Albino, durante nove anos envergou, orgulhosamente, a braçadeira de capitão. (…) Ao serviço da Selecção, em Fevereiro de 1949, disputou um Itália-Portugal (4-1), na cidade de Génova. O comendador Novo, presidente do Torino, a melhor equipa transalpina nessa altura, ficou rendido à prestação de Francisco Ferreira. Tal como o Real Madrid, alguns anos antes, também o clube italiano solicitou os seus ofícios. (…) Quando a sua festa de homenagem começava a ganhar contornos, Francisco Ferreira telefonou ao líder do Torino, convidando o melhor conjunto europeu a participar no evento. O Benfica haveria de vencer por 4-3. (…) Poucas horas depois, o avião despenhou-se sobre a basílica de Superga, naquela que foi uma das maiores tragédias do futebol mundial.
(in Memorial Benfica – 100 Glórias)
zé
laicidade ao almoço
na Fundação Medeiros e Almeida os almoços são agradáveis, a oferta é diversificada e saborosa, o serviço simpático e rápido, o espaço é muito frequentado por raparigas bonitas, 'executive style'
esta, de saia rosa-clã, sentou-se, apoiou os cotovelos na mesa, uniu as mãos, cerrou os olhos, mexeu os lábios, benzeu-se
espero que no meu país, continuando laico, os crentes possam continuar também a manifestar a sua fé em locais públicos
zé
esta, de saia rosa-clã, sentou-se, apoiou os cotovelos na mesa, uniu as mãos, cerrou os olhos, mexeu os lábios, benzeu-se
espero que no meu país, continuando laico, os crentes possam continuar também a manifestar a sua fé em locais públicos
zé
À Ton Image
(para a Mariana Silva e o Nuno Garcia)
evitei ver na Festa do Cinema Francês o Haute Tension “que tira partido do grande ecrã, à semelhança de um John Carpenter em grande forma”, por minutos antes ter visto À Ton Image
e quinta, depois da meia-noite na RTP1, Christine, O Carro Assassino
zé
evitei ver na Festa do Cinema Francês o Haute Tension “que tira partido do grande ecrã, à semelhança de um John Carpenter em grande forma”, por minutos antes ter visto À Ton Image
e quinta, depois da meia-noite na RTP1, Christine, O Carro Assassino
zé
o preço certo
acho que foi no primeiro dia do ano que vislumbrei 'o preço certo em euros' com convidados especiais: Quim Barreiros, Rui Veloso, Toy e Jorge Palma. Jorge Palma? sim, como diria a camarada Teresa Guilherme, quem tem ética passa fome
zé
zé
Jordão (para o João)
O apodo de Gazela Negra até ficava bem a Jordão. Ágil e felino, foi mais uma pérola descoberta na inesgotável África, pelo Benfica, nos prodigiosos anos 60. Espírito Santo, José Águas, Costa Pereira e Santana eram já saudade; Coluna e Eusébio aproximavam-se do final da carreira; Nené, Shéu e Jordão seriam os herdeiros do aroma africano.
(in Memorial Benfica – 100 Glórias)
zé
quarta-feira, 29 de dezembro de 2004
amantes
Firenze, Agosto de 2000, uma exposição de fotografia, pintura, guarda-roupa, do Zefirelli sobre a Callas, com a música sempre presente
nunca mais chega o filme com a Fanny Ardant e o Jeremy Irons
zé
terça-feira, 28 de dezembro de 2004
outro Natal é preciso (II)
(ontem à noite, quando íamos para o Coelho da Rocha, cruzámo-nos com duas velhotas a respigar os contentores dum mini-mercado da Francisco Metrass)
ontem, depois das 8 da noite. ela estava sentada na paragem do 28, velhota, coxa, de bengala, cheirando a peixe. quando fecharam a frutaria do outro lado da rua deixaram um saco com fruta em cima do caixote do lixo. um jovem que passava olhou para o seco, pegou nele, a velhota levanta-se, acelera o passo para atravessar a rua, ‘o saco é para mim’, mas o rapaz pede para o partilhar, e assim o fazem, vai o jovem para o Camões com um grande sorriso.
a velhota fica, pousa o saco da fruta, e começa a respigar o contentor do lixo
zé
ontem, depois das 8 da noite. ela estava sentada na paragem do 28, velhota, coxa, de bengala, cheirando a peixe. quando fecharam a frutaria do outro lado da rua deixaram um saco com fruta em cima do caixote do lixo. um jovem que passava olhou para o seco, pegou nele, a velhota levanta-se, acelera o passo para atravessar a rua, ‘o saco é para mim’, mas o rapaz pede para o partilhar, e assim o fazem, vai o jovem para o Camões com um grande sorriso.
a velhota fica, pousa o saco da fruta, e começa a respigar o contentor do lixo
zé
segunda-feira, 27 de dezembro de 2004
Genova (actualização)
Genova capital da cultura lembra Lisboa em 1994 e o Porto em 2001, zonas históricas degradadas em obras, um rio a chamar por nós, iniciativas deslumbrantes para quem perdeu a magia do império e a recupera durante uns meses. até final de Janeiro ainda será possível ver a exposição Arti&Architettura 1900-2004, originais de António Sant’Elia (como é possível que a sua obra tenha sido fruto de menos de 30 anos de vida, apenas até 1916?), Ivan Leonidov e toda a beleza do marxismo-leninismo-soviético, e Joaquín Torres Garcia (há 75 anos percursor da obra de José Soromenho, sem este o saber)
mas durante todo o ano vale a pena deambular pelo cemitério de Staglieno (ainda mais bonito que o de Šibenik)
zé
quinta-feira, 23 de dezembro de 2004
desaires?
um desaire do Benfica é uma espinha encravada na garganta do Bagão!
zé (benfiquista e cidadão)
zé (benfiquista e cidadão)
quarta-feira, 22 de dezembro de 2004
20 de Fevereiro de 2005
há um novo cartaz da Câmara Municipal de Lisboa que diz algo como 'tira as pantufas, sai do sofá e anda de patins'. é para aplicar daqui a 2 meses, pais, tias, avós, velhotas do bairro, para os por a andar de patins
zé
zé
terça-feira, 21 de dezembro de 2004
o sistema
se a A.D.Oliveirense for hoje eliminada da Taça de Portugal pelo Sport Lisboa e Benfica, só haverá um nome a acusar: Santana e Bagão (esta é parecida com aquele cujo coração só tinha uma cor: azul e branca)
zé
zé
mercearia de bairro, Ajuda, Lisboa
há muito tempo que não o via, está mais magro (velhota)
tenho perdido peso nestas últimas semanas, ando a trabalhar mais
mas é para correr com eles?
sim, sim, somos todos precisos
a ver se os pomos a andar de patins duma vez por todas
zé
tenho perdido peso nestas últimas semanas, ando a trabalhar mais
mas é para correr com eles?
sim, sim, somos todos precisos
a ver se os pomos a andar de patins duma vez por todas
zé
segunda-feira, 20 de dezembro de 2004
outro Natal é preciso
(ou já te converteste às luzes natalícias?)
… As lágrimas corriam-lhe enquanto se ouvia A Internacional.
Mas Ruža era crente. À medida que se aproximava o Natal, ela fazia sempre algo, ora limpava o pó, ora trocava os cortinados, ora ia ao cabeleireiro, ora vestia melhor as crianças, mas ele limitava-se a olhar, carrancudo. Sabia o que se estava a passar. Dois ou três dias antes do Natal chamava-a junto de si e dava-lhe um sermão: «Na minha casa o Natal não se festejará. Eu decidi-me uma vez por todas e não quero fazer como alguns. Lá fora é comunista, mas em casa parece a catedral de Zagrebe. Mas tu, perfeitamente, se queres o Natal, leva as crianças para casa da tua mãe ou para casa da minha. Festeja quanto quiseres, mas não me metas nisso.» E Ruža pegava nas crianças e um ano festejava em casa da mãe, outro na da sogra. A certa altura, aparecia, como passando por acaso, também Ivo T., vestido como num dia normal, sentava-se à mesa, como que por acaso bebia e petiscava, felicitava aqueles que festejavam e sublinhava: «A liberdade religiosa é garantida no socialismo.»
zé
… As lágrimas corriam-lhe enquanto se ouvia A Internacional.
Mas Ruža era crente. À medida que se aproximava o Natal, ela fazia sempre algo, ora limpava o pó, ora trocava os cortinados, ora ia ao cabeleireiro, ora vestia melhor as crianças, mas ele limitava-se a olhar, carrancudo. Sabia o que se estava a passar. Dois ou três dias antes do Natal chamava-a junto de si e dava-lhe um sermão: «Na minha casa o Natal não se festejará. Eu decidi-me uma vez por todas e não quero fazer como alguns. Lá fora é comunista, mas em casa parece a catedral de Zagrebe. Mas tu, perfeitamente, se queres o Natal, leva as crianças para casa da tua mãe ou para casa da minha. Festeja quanto quiseres, mas não me metas nisso.» E Ruža pegava nas crianças e um ano festejava em casa da mãe, outro na da sogra. A certa altura, aparecia, como passando por acaso, também Ivo T., vestido como num dia normal, sentava-se à mesa, como que por acaso bebia e petiscava, felicitava aqueles que festejavam e sublinhava: «A liberdade religiosa é garantida no socialismo.»
zé
doce gerúndio
obrigado Luíza, Sheila, Horacio, obrigado Barcelona, obrigado Lula
Foi bonita a festa, pá
Fiquei contente
E inda guardo, renitente
Um velho cravo para mim
Já murcharam tua festa, pá
Mas certamente
Esqueceram uma semente
Nalgum canto do jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei também quanto é preciso, pá
Navegar, navegar
Canta a primavera, pá
Cá estou carente
Manda novamente
Algum cheirinho de alecrim
chegará a primavera um mês mais cedo?
zé
Eros
os desenhos, a música de Caetano Veloso sobre Michelangelo Antonioni, a água e o mar, as sombras de Steven Soderbergh em Robert Downey Jr, os vestidos e a câmara ao retardador de Wong Kar Wai, não chegam para tornar Eros um filme sensual
existe erotismo e sensualidade sim, mas no Imortal do Enki Bilal (mais ainda na trilogia Nikopol em livro que no filme, especialmente em A Mulher Armadilha), n’A Vida é um Milagre de Emir Kusturica, ou numa das últimas crónicas da Faíza Hayat (Sagoate)
zé
terça-feira, 14 de dezembro de 2004
As noites de Sarajevo (II)
… vários Outonos depois dos dias de Sarajevo, vejo que há algo inapreensível que une a guerra e o amor, pois a promessa de uma vida eterna caminha sempre ao lado da horrenda presença da morte. Há qualquer coisa que os iguala, possivelmente porque o amor e a guerra deslizam sobre um fio invisível que pode conduzir à queda. Na guerra não há vitórias, apenas umas quantas derrotas para repartir; não há heróis, apenas vítimas, incluindo os que sobrevivem e também aqueles que escrevem e falam sobre elas. E o amor? Se esperamos muito dele, podemos ver que, algum tempo depois, tudo o que resta entre os nossos dedos é apenas um pedaço do nada. Alma não está, a sua voz já não ecoa nos meus ouvidos, é como se se tivesse esfumado da vida ou nunca tivesse existido. Talvez agora escreva apenas num intento vão de recuperar o que perdi, de ter o seu fantasma junto a mim e guardá-lo à sombra da minha vida.
zé
Air Nostrum
conheci-a num voo entre o Porto e Barcelona, fiquei agradavelmente surpreendido e deliciado. voltei a encontrá-la ao regressar de Torino: as hospedeiras mais bonitas e simpáticas, o mais saboroso serviço de bordo
aviones pequeños, grandes detalles…
zé
aviones pequeños, grandes detalles…
zé
Genova
Genova capital da cultura lembra Lisboa em 1994 e o Porto em 2001, zonas históricas degradadas em obras, um rio a chamar por nós, iniciativas deslumbrantes para quem perdeu a magia do império e a recupera durante uns meses. até final de Janeiro ainda será possível ver a exposição Arti&Architettura 1900-2004, originais de António Sant’Elia (como é possível que a sua obra tenha sido fruto de menos de 30 anos de vida, apenas até 1916?), Ivan Leonidov e toda a beleza do marxismo-leninismo-soviético, e Joaquín Torres Garcia (há 75 anos percursor da obra de José Soromenho, sem este o saber)
mas durante todo o ano vale a pena deambular pelo cemitério de Staglieno (ainda mais bonito que o de Šibenik)
zé
terça-feira, 7 de dezembro de 2004
Todos somos ibéricos, com uma língua diferente
Mário Soares, em entrevista ao El Mundo, 5 de Diciembre de 2004
zé
zé
As noites de Sarajevo
Agora, ao escrever sobre os dias de Sarajevo, consigo ver o seu rosto e escutar a sua voz com o mesmo timbre sonoro e ritmado. Alma permanece na minha memória como uma sombra viva num cenário de tiros e de morte. Questiono-me se está escrito no destino humano que a destruição e o amor podem conviver, como duas forças que se repelem e que, ao mesmo tempo, se unem como uma energia necessária para empurrar as nossas vidas.
zé
zé
sexta-feira, 3 de dezembro de 2004
Torino (II)
Al Bue Rosso: Dolcetto di Dogliani 14% vol., bresaola con rucola, bue brosato al borolo, crema di marroni
zé
zé
Torino
Tuttosport, Giovedi, 2 Dicembre 2004, pag. 6, Coppa UEFA: Finale 18 Maggio a Lisbona, Stadio da Luz
zé
zé
terça-feira, 30 de novembro de 2004
wake up
(para a Mariana S e o Miguel G)
You have a star that shines on my life and I have a glow that sparkles with your light. How could you leave this without saying goodbye, because you have a star that shines on my life. For once in a while you could care about me. It’s a chase for simplicity.
zé
You have a star that shines on my life and I have a glow that sparkles with your light. How could you leave this without saying goodbye, because you have a star that shines on my life. For once in a while you could care about me. It’s a chase for simplicity.
zé
sexta-feira, 26 de novembro de 2004
Kieslowski, por Danis Tanovic
Après la tournée mondiale en fanfare de son No Man’s land, plus rien n’arrête Danis Tanovic. Premier coup d’éclat: le voilà qui succède à Tom Tykwer (Heaven) pour adapter le second volet de la trilogie écrite par feu Kieslowski. L’enfer en question sera celui vécu par une famille lorsque le pater revient après un séjour en taule. La distribution est par contre paradisiaque: Carole Bouquet, Emmanuelle Béart, Marie Gillain, Karin Viard, Miki Manojlovic entre autres. Le cinéaste passera ensuite du noir familial à l’ombre des espions, un univers déjà parcouru pour Monica Bellucci, héroïne de Ship High in Transit. (n. 84)
zé
zé
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