segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

Hepburn^2

Katharine e Audrey




bendito blasfemo em Buenos Aires (actualizado)



Léon Ferrari




telefones



ou estavam desligados ou nem sequer tocaram

valeu-me o Filipe Hasse que apostou (e ganhou) na boa nova (e ainda bem que o meu prognóstico de 3-0 falhou, o Pedro Mantorras bem que o merece)


quarta-feira, 12 de janeiro de 2005




Dinossauros da Patagónia

depois de Torino, chegam a Lisboa



e parece que a Terra vai ao seu encontro


domingo, 9 de janeiro de 2005

Para o Zé


2-1

BB

sexta-feira, 7 de janeiro de 2005

the economist (II)

só adianta resolver os problemas da segurança social martelando (literalmente) a cabeça dos economicistas do ministério da fazenda

Rosana…



não sejas como a Susana


o senhor Ministro, coitado!

representante do Fórum Não Governamental para a Inclusão Social, referindo-se ao senhor Negrão


Susana...



vai continuar parado à porta de casa? sempre evitas ser condutora de fim-de-semana (e não aumentas a sinistralidade automóvel)


quinta-feira, 6 de janeiro de 2005

zapping

para à noite evitar a SIC-N e o senhor Bagão, passar entre o AXN e a RTP1




human being



bendito blasfemo em Buenos Aires



Léon Ferrari

Colin McRae



O piloto escocês Colin McRae, antigo campeão mundial de ralis, sofreu ontem um aparatoso acidente, mas sem consequências físicas para os pilotos, e abandonou a grande prova africana de todo-o-terreno, o Barcelona-Dakar

devia continuar com um Ford Focus (mesmo que não Blue Saphira Light)

quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

o meu Sporting

(na Ajuda) resíduos da construção popular e social de Lisboa nos séculos passados, que constituem o bairro do Rio Seco, antigo alfobre de associativismo operário e de resistência anti-salazarista, de que constitui um bom exemplo o Sporting Clube do Rio Seco

cinema iraniano (para o Filipe)



empresto-te o Abbas Kiarostami, livro editado pela Cinemateca Portuguesa que a minha querida mãe me ofereceu no Natal e o Dez que ofereci a uma socióloga urbana e pós-materialista que considero mais iraniana que indiana



ordinário

o senhor Pôncio. ainda bem que (ontem) não foi o camarada Lello

terça-feira, 4 de janeiro de 2005

, este é o Jordão de que me recordo




«Jordão nasceu em Benguela, Angola, a 9 de Agosto de 1952.

As características que possuía davam-lhe garantias para se tornar um grande futebolista. Mas, um professor de ginástica convenceu-o de que as suas qualidades estavam mais viradas para o atletismo, e por isso inscreveu-o nos campeonatos de Angola.

Sem treinar, Jordão sagrou-se vice-campeão dos 80 metros. Uma lesão, nesta competição, afastou-o das pistas e do futebol.

No dia 28 de Agosto de 1977 ingressou no Sporting. O sonho de criança tornou-se real.

Jordão teve uma estreia auspiciosa num jogo contra o Vasco da Gama, onde a equipa brasileira perdeu por 2-1 e os dois golos da formação verde e branca foram marcados pela mais recente estrela da companhia.

A carreira do atleta «leonino» ficou marcada pelas lesões que sofreu ao serviço do futebol.

Jordão foi uma das figuras mais carismáticas dentro do Sporting. Ao serviço do Clube conquistou dois campeonatos nacionais nas épocas de 1979/80 e 1981/82; duas Taças de Portugal nas temporadas de 1977/78 e 1981/82 e uma Supertaça em 1981/82. Venceu a Bota de Prata em 1979/80, marcando 31 golos no Campeonato Nacional.

Ao longo da carreira marcou 247 golos em jogos oficiais, ao serviço de seis clubes.

Representou a Selecção Nacional "A" por 43 vezes e marcou 15 golos. Estreou-se com a camisola das «quinas» no dia 29 de Março de 1972, num jogo frente ao Chipre (4-0).

Realizou o último jogo a 25 de Janeiro de 1989, em Atenas, contra a Grécia (2-1). Fez parte da equipa que conquistou o segundo lugar na Minicopa, em 1972 e no Europeu de 1984 classificou-se em 3º lugar.»

(Do website oficial do Sporting Clube de Portugal)

JHJ

Observatório Diário Económico

que o jornal tenha um Observatório que reúne semestralmente 14 personalidades públicas para avaliar o país, magnífico. que Manuela Ferreira Leite esteja nas Finanças, Marcelo Rebelo de Sousa na Vida Política e Suzana Toscano na Administração Pública / Justiça, óptimo. agora, Diogo Lucena na Segurança Social e Maria José Nogueira Pinto na Solidariedade Social!?!?!? talvez privatização da segurança social e caridade social

9 de Abril de 2005, Fórum Lisboa



Cinemateca Portuguesa, para ouv(i)er





João Ferreira do Amaral

ontem, a televisão confundiu-o com Ernâni Lopes e João César das Neves. ainda teve sorte, não o confundiram com Eduardo Catroga

segunda-feira, 3 de janeiro de 2005

Francisco Ferreira (para o Bernardo)

(também em Elmetacin ao Poste)

Era ainda o tempo do “avante, avante p’lo Benfica, que uma aura triunfante glorifica”, estrofe do primeiro hino do clube (…). Era já o tempo de Francisco Ferreira (…). Esquerdino nato, vigília fazia na intermediária, tipo lugar-tenência. (…) era alguém perfeito no domínio da posição, alguém com sonora voz de comando, alguém que lutava até à exaustão. Era um líder. Incontestado. (…)
Ultrapassou o meio milhar de jogos, entre particulares e oficiais, rubricando 60 golos. Venceu quatro Campeonatos e seis Taças de Portugal. Com a saída de Francisco Albino, durante nove anos envergou, orgulhosamente, a braçadeira de capitão. (…) Ao serviço da Selecção, em Fevereiro de 1949, disputou um Itália-Portugal (4-1), na cidade de Génova. O comendador Novo, presidente do Torino, a melhor equipa transalpina nessa altura, ficou rendido à prestação de Francisco Ferreira. Tal como o Real Madrid, alguns anos antes, também o clube italiano solicitou os seus ofícios. (…) Quando a sua festa de homenagem começava a ganhar contornos, Francisco Ferreira telefonou ao líder do Torino, convidando o melhor conjunto europeu a participar no evento. O Benfica haveria de vencer por 4-3. (…) Poucas horas depois, o avião despenhou-se sobre a basílica de Superga, naquela que foi uma das maiores tragédias do futebol mundial.

(in Memorial Benfica – 100 Glórias)

laicidade ao almoço

na Fundação Medeiros e Almeida os almoços são agradáveis, a oferta é diversificada e saborosa, o serviço simpático e rápido, o espaço é muito frequentado por raparigas bonitas, 'executive style'

esta, de saia rosa-clã, sentou-se, apoiou os cotovelos na mesa, uniu as mãos, cerrou os olhos, mexeu os lábios, benzeu-se

espero que no meu país, continuando laico, os crentes possam continuar também a manifestar a sua fé em locais públicos

À Ton Image

(para a Mariana Silva e o Nuno Garcia)


evitei ver na Festa do Cinema Francês o Haute Tension “que tira partido do grande ecrã, à semelhança de um John Carpenter em grande forma”, por minutos antes ter visto À Ton Image

e quinta, depois da meia-noite na RTP1, Christine, O Carro Assassino



o preço certo

acho que foi no primeiro dia do ano que vislumbrei 'o preço certo em euros' com convidados especiais: Quim Barreiros, Rui Veloso, Toy e Jorge Palma. Jorge Palma? sim, como diria a camarada Teresa Guilherme, quem tem ética passa fome

Jordão (para o João)



O apodo de Gazela Negra até ficava bem a Jordão. Ágil e felino, foi mais uma pérola descoberta na inesgotável África, pelo Benfica, nos prodigiosos anos 60. Espírito Santo, José Águas, Costa Pereira e Santana eram já saudade; Coluna e Eusébio aproximavam-se do final da carreira; Nené, Shéu e Jordão seriam os herdeiros do aroma africano.

(in Memorial Benfica – 100 Glórias)


quarta-feira, 29 de dezembro de 2004

amantes



Firenze, Agosto de 2000, uma exposição de fotografia, pintura, guarda-roupa, do Zefirelli sobre a Callas, com a música sempre presente

nunca mais chega o filme com a Fanny Ardant e o Jeremy Irons




Cinemateca Portuguesa, hoje




segunda-feira, 27 de dezembro de 2004

Genova (actualização)



Genova capital da cultura lembra Lisboa em 1994 e o Porto em 2001, zonas históricas degradadas em obras, um rio a chamar por nós, iniciativas deslumbrantes para quem perdeu a magia do império e a recupera durante uns meses. até final de Janeiro ainda será possível ver a exposição Arti&Architettura 1900-2004, originais de António Sant’Elia (como é possível que a sua obra tenha sido fruto de menos de 30 anos de vida, apenas até 1916?), Ivan Leonidov e toda a beleza do marxismo-leninismo-soviético, e Joaquín Torres Garcia (há 75 anos percursor da obra de José Soromenho, sem este o saber)



mas durante todo o ano vale a pena deambular pelo cemitério de Staglieno (ainda mais bonito que o de Šibenik)

quinta-feira, 23 de dezembro de 2004

desaires?

um desaire do Benfica é uma espinha encravada na garganta do Bagão!

zé (benfiquista e cidadão)

quarta-feira, 22 de dezembro de 2004

femme fatal



é pena



20 de Fevereiro de 2005

há um novo cartaz da Câmara Municipal de Lisboa que diz algo como 'tira as pantufas, sai do sofá e anda de patins'. é para aplicar daqui a 2 meses, pais, tias, avós, velhotas do bairro, para os por a andar de patins