As cidades têm as suas palavras,
os seus caminhos solares,
a sua fragilidade tranquila.
A leitura duma cidade é permanente e ágil,
como um transporte verbal,
sólido no seu rumor dinâmico,
entre os blocos residênciais
e um campo nupcial.
As cidades são sempre sem regresso,
em que a inocência inspira
o abandono circular,
como se reunisse na sua existência luminosa
a fértil lucidez,
o nascimento infigurável
de uma presença harmoniosa,
tão perfeita na sua insubmissa
qualidade habitável.
Fernando Esteves Pinto
SC
segunda-feira, 9 de maio de 2005
quarta-feira, 4 de maio de 2005
terça-feira, 3 de maio de 2005
escola
a escola privada é uma liberdade, a escola pública um direito
(Vital Moreira, hoje, no Público, Ensino básico a tempo inteiro)
zé
(Vital Moreira, hoje, no Público, Ensino básico a tempo inteiro)
zé
Abril em Maio?
e se de repente quem te refundiu as t-shirts em Abril te oferece uma no 1º de Maio? isso é impulse? não, é uma t-shirt Labrador!
(ligeiramente inspirado no Impulse, pré-Axe e contemporâneo do ainda ‘actual’ 8x4)
zé
(ligeiramente inspirado no Impulse, pré-Axe e contemporâneo do ainda ‘actual’ 8x4)
zé
Europa de Cultura
enquanto A Bola titula “O novo Zé da Europa” e artistas e intelectuais esboçam a Europa da Cultura em Paris, o movimento SOS Cinema Europa / EUROPA – Casa da Cultura, organiza amanhã uma tertúlia.
“LUGARES DE PARTILHA DA CULTURA EM LISBOA E O CINEMA EUROPA”
É este o ponto de partida para uma conversa/debate, marcada para amanhã, quarta-feira 4 de Maio, às 21 horas, no salão da centenária Padaria do Povo, Rua Luís Derouet, 20 (em Campo de Ourique).

Trata-se de mais uma acção deste grupo de cidadãos, que se opõe à demolição do edifício onde funcionou o cinema Europa, e que tem vindo a apelar à Câmara Municipal de Lisboa para ali criar uma Casa da Cultura – Centro Cívico, multifuncional.
Confirmadas as presenças de Eduardo Nery (artista plástico), Henrique Cayatte (designer), Guilherme Valente (editor da Gradiva), Rui Pereira (da Associação Zero em Comportamento), José Mário Silva (jornalista), Alves de Sousa (arquitecto), Sérgio Azevedo (empresário/produtor de teatro), Hélder Costa (encenador), Jorge Silva (fundador do Teatro dos Aloés). Foram também convidados representantes do poder local (das Juntas e Assembleias de Freguesia de Santo Condestável, Santa Isabel, Prazeres e Lapa e da Câmara e Assembleia Municipal de Lisboa) e o convite estende-se, naturalmente, a todos os moradores, trabalhadores e amigos do bairro de Campo de Ourique.
zé
“LUGARES DE PARTILHA DA CULTURA EM LISBOA E O CINEMA EUROPA”
É este o ponto de partida para uma conversa/debate, marcada para amanhã, quarta-feira 4 de Maio, às 21 horas, no salão da centenária Padaria do Povo, Rua Luís Derouet, 20 (em Campo de Ourique).
Trata-se de mais uma acção deste grupo de cidadãos, que se opõe à demolição do edifício onde funcionou o cinema Europa, e que tem vindo a apelar à Câmara Municipal de Lisboa para ali criar uma Casa da Cultura – Centro Cívico, multifuncional.
Confirmadas as presenças de Eduardo Nery (artista plástico), Henrique Cayatte (designer), Guilherme Valente (editor da Gradiva), Rui Pereira (da Associação Zero em Comportamento), José Mário Silva (jornalista), Alves de Sousa (arquitecto), Sérgio Azevedo (empresário/produtor de teatro), Hélder Costa (encenador), Jorge Silva (fundador do Teatro dos Aloés). Foram também convidados representantes do poder local (das Juntas e Assembleias de Freguesia de Santo Condestável, Santa Isabel, Prazeres e Lapa e da Câmara e Assembleia Municipal de Lisboa) e o convite estende-se, naturalmente, a todos os moradores, trabalhadores e amigos do bairro de Campo de Ourique.
zé
segunda-feira, 2 de maio de 2005
há mar e mar (II)
sexta-feira, 29 de abril de 2005
No meio do Mar (I)

Na Academia das Artes de Ponta Delgada, aqui bem pertinho, aqui mesmo ao lado, habita uma exposição de Emília Nadal. Não se deixem, porém, enganar por esta incursão na pop art. No ambiente tranquilo do claustro, a sua pintura é expressionista e orgânica. Tranquila, quase encantada.
Mas, afinal, não somos todos feitos de múltiplas formas e diferentes expressões?
SC
quinta-feira, 28 de abril de 2005
terça-feira, 26 de abril de 2005
domingo, 24 de abril de 2005
25 de Abril Sempre!
O que temos é a primeira lição da democracia: todos os indivíduos, por mais deprezíveis que sejam, têm direito à vida, à liberdade e à busca de felicidade.
(in Ler Lolita em Teerão, de Azar Nafisi)
zé
(in Ler Lolita em Teerão, de Azar Nafisi)
zé
quinta-feira, 21 de abril de 2005
feeling good
(para o Nelson, na voz da Nina Simone)

Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds driftin' on by you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom in the tree you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
That's what I mean
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel
zé

Birds flying high you know how I feel
Sun in the sky you know how I feel
Reeds driftin' on by you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Fish in the sea you know how I feel
River running free you know how I feel
Blossom in the tree you know how I feel
It's a new dawn
It's a new day
It's a new life
For me
And I'm feeling good
Dragonfly out in the sun you know what I mean, don't you know
Butterflies all havin' fun you know what I mean
Sleep in peace when day is done
That's what I mean
And this old world is a new world
And a bold world
For me
Stars when you shine you know how I feel
Scent of the pine you know how I feel
Oh freedom is mine
And I know how I feel
zé
terça-feira, 19 de abril de 2005
louvor de ministro
da Família e da Criança, ao chefe do Gabinete, "qualidade profissional, a par da grande dedicação, rigor e lealdade que sempre demonstrou no desempenho das suas funções, com prejuízo da sua vida familiar, merecem o meu maior apreço e público louvor."
o ministro da Família e da Criança louva por prejudicar a vida familiar?
zé
o ministro da Família e da Criança louva por prejudicar a vida familiar?
zé
segunda-feira, 18 de abril de 2005
terça-feira, 12 de abril de 2005
Andor Violeta
Este assunto pareceu-me pertinente para o Cão de Guarda e para todos os cães inclusive os caniches.
Ao ver um telejornal qualquer ouvi que a União Zoófila precisa de ajuda para manter os animais que salva do abandono e dos maus tratos que algumas bestas lhes aplicam.Como alguém sábio disse o retrato da sociedade vê-se através da maneira como tratam os seus animais. Ora no meu ponto de vista nós (sociedade) é que somos responsáveis pelos animais que domesticámos , porque os tornamos dependentes de nós sendo assim podemos todos dar uma ajuda para que o sofrimento de alguns cães e gatos seja menor (isto para não entrar em assuntos de preservação da Natureza e das espécies animais em vias de extinção).Parece bem comprar um cão de marca mas parece muito melhor adoptar um que esteja num abrigo ou num canil municipal à espera de ser abatido.A questão dos animais é uma questão que ultrapassa as faixas etárias , os estratos sociais e o grau de literacia , porque fundamentalmente é sim uma questão de boa educação , formação civíca e acima de tudo generosidade e respeito para com todos os seres vivos.Nem tudo é mau, isso é verdade , na rua da minha Mãe lá para os lados de Cedofeita(Porto) as amigas da gatalhada juntam-se ao sábado de manhã no talho da zona para disputar os figados de galinhaque compram para alimentar a bichanada que frequenta os seus quintais , entre elas há uma senhora de 74 anos , viuva que vive com uma reforma de 250€ e a quem o Sr. do talho cortou o fiado , porque ela já tinha uma divída de figados enorme. Num dos sábados em que fui obrigado a acompanhar a minha Mãe para carregar os sacos ouvi a conversa ,em que o homem do talho se justificava por tal acto e ele dizia :-Oh D.Josefa eu tive muita pena mas se ainda fosse para ela comer agora para os gatos... Ela saiu daqui lavada em lágrimas a dizer :-O que vai ser dos meus gatinhos?Fiquei a pensar seria eu capaz de tal sacrifício? Ainda bem que há pessoas assim mas não chega ficarmos à espera que seja o outro a fazer.Por isso vá , vamos todos dar uma ajudinha nem que seja pôr um link.http://www.uniaozoofila.org/ Alto do Bairro das Furnas em S. Domingos de Benfica-Lisboa
Este assunto pareceu-me pertinente para o Cão de Guarda e para todos os cães inclusive os caniches.
Ao ver um telejornal qualquer ouvi que a União Zoófila precisa de ajuda para manter os animais que salva do abandono e dos maus tratos que algumas bestas lhes aplicam.Como alguém sábio disse o retrato da sociedade vê-se através da maneira como tratam os seus animais. Ora no meu ponto de vista nós (sociedade) é que somos responsáveis pelos animais que domesticámos , porque os tornamos dependentes de nós sendo assim podemos todos dar uma ajuda para que o sofrimento de alguns cães e gatos seja menor (isto para não entrar em assuntos de preservação da Natureza e das espécies animais em vias de extinção).Parece bem comprar um cão de marca mas parece muito melhor adoptar um que esteja num abrigo ou num canil municipal à espera de ser abatido.A questão dos animais é uma questão que ultrapassa as faixas etárias , os estratos sociais e o grau de literacia , porque fundamentalmente é sim uma questão de boa educação , formação civíca e acima de tudo generosidade e respeito para com todos os seres vivos.Nem tudo é mau, isso é verdade , na rua da minha Mãe lá para os lados de Cedofeita(Porto) as amigas da gatalhada juntam-se ao sábado de manhã no talho da zona para disputar os figados de galinhaque compram para alimentar a bichanada que frequenta os seus quintais , entre elas há uma senhora de 74 anos , viuva que vive com uma reforma de 250€ e a quem o Sr. do talho cortou o fiado , porque ela já tinha uma divída de figados enorme. Num dos sábados em que fui obrigado a acompanhar a minha Mãe para carregar os sacos ouvi a conversa ,em que o homem do talho se justificava por tal acto e ele dizia :-Oh D.Josefa eu tive muita pena mas se ainda fosse para ela comer agora para os gatos... Ela saiu daqui lavada em lágrimas a dizer :-O que vai ser dos meus gatinhos?Fiquei a pensar seria eu capaz de tal sacrifício? Ainda bem que há pessoas assim mas não chega ficarmos à espera que seja o outro a fazer.Por isso vá , vamos todos dar uma ajudinha nem que seja pôr um link.http://www.uniaozoofila.org/ Alto do Bairro das Furnas em S. Domingos de Benfica-Lisboa
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