
(*) que como prometeu o Dr. João Vale e Azevedo, é do Benfica
zé
Um caniche é um cão irritante que ladra estupidamente quando menos é preciso

[Ludwig Wittgenstein] in 'Tratado Lógico-Filosófico'
A morte não é um acontecimento da vida. A morte não pode ser vivida.
Caso se compreenda por eternidade não uma duração temporal infinita, mas a intemporalidade, quem vive no presente é quem vive eternamente.
A nossa vida é tanto mais sem fim quanto mais o nosso campo de visão não tem limites.
Logo hoje que eu estava resolvido a vir para aqui arengar acerca da inutilidade e da futilidade de vivermos o presente, logo hoje que eu estava virado para o choradinho do Heráclito e das tretas do devir, aparece-me este Wittgenstein a derrubar-me logo à saída.
Não é justo, ainda mal acordei e já me chamam à razão.
[ CJT ]
[Antero de Quental] in 'Prosas da Época de Coimbra'
Um dos piores sintomas de desorganização social, que num povo livre se pode manifestar, é a indiferença da parte dos governados para o que diz respeito aos homens e às cousas do governo, porque, num povo livre, esses homens e essas cousas são os símbolos da actividade, das energias, da vida social, são os depositários da vontade e da soberania nacional.

Hoje é dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Assim me dizem as bandeiras nacionais penduradas nas janelas e amarradas em automóveis, assim me diz o programa escolar, assim me dizem os bairros degradados transformados em embaixadas.
Ah! e a parada militar com direito a discurso.
Porque os Nacionalistas e os Revisionistas continuam a ser perseguidos por toda a Europa, por todo o mundo Ocidental, e também já cá em Portugal. São pressionados com processos atrás de processos, levados a tribunal e quase sempre condenados, apenas porque expõem pacificamente e democraticamente as suas opiniões, ao contrário dos «jovens» em França, em Portugal e outros Países, muito ao contrário dos tiros na nuca executados pelo grupo terrorista de extrema-esquerda FP 25 de Abril...aministiados pelo Mário Soares.
[em nome próprio] incisões: Untermenschen
Em Portugal, a moda vem de há já alguns anos, e bandeiras das Waffen SS, suásticas e cruzes celtas podiam ver-se no meio das claques de alguns dos principais clubes da Liga. O fenómeno só começou a merecer a devida atenção quando, em Maio de 1996, um espectador morreu na final da Taça de Portugal.
No entanto, para actuarem, as autoridades desportivas necessitam de legislação específica aplicável, o que não existe. De momento existe apenas uma recomendação não vinculativa da UEFA, no sentido de os delegados dos jogos exigirem junto da polícia a retirada de todos os símbolos de índole racista ou nazi dos estádios, mas a UEFA só pode actuar nas competições internacionais. A nível nacional, só as federações, no caso português a Federação Portuguesa de Futebol ou a Liga de Clubes, podem implementar sanções.
Até à data, a actividade das claques tem sido ignorada e entendida como simples entusiasmos juvenis e exibicionismo. Mas a verdade é que a mediatização do fenómeno, através das transmissões televisivas, torna o futebol o meio de propaganda ideal para movimentos neonazis organizados.