segunda-feira, 12 de junho de 2006

apesar da espinha dorsal da selecção(*)



(*) que como prometeu o Dr. João Vale e Azevedo, é do Benfica

Aviso




Roubada ao Jigoku no "Incisivo"

[ CJT ]

Bom Dia!

[Ludwig Wittgenstein] in 'Tratado Lógico-Filosófico'



A morte não é um acontecimento da vida. A morte não pode ser vivida.


Caso se compreenda por eternidade não uma duração temporal infinita, mas a intemporalidade, quem vive no presente é quem vive eternamente.


A nossa vida é tanto mais sem fim quanto mais o nosso campo de visão não tem limites.



Logo hoje que eu estava resolvido a vir para aqui arengar acerca da inutilidade e da futilidade de vivermos o presente, logo hoje que eu estava virado para o choradinho do Heráclito e das tretas do devir, aparece-me este Wittgenstein a derrubar-me logo à saída.


Não é justo, ainda mal acordei e já me chamam à razão.

[ CJT ]

uma palavra

"... sempre o defendi ... é o que falta ... resumo a uma palavra: cultura de trabalho ..." (Rui Santos, esta madrugada na SIC-N)

sábado, 10 de junho de 2006

[Jorge Palma] 


Tiveste gente de muita coragem

E acreditaste na tua mensagem

Foste ganhando terreno

E foste perdendo a memória

[Antero de Quental] in 'Prosas da Época de Coimbra'



Um dos piores sintomas de desorganização social, que num povo livre se pode manifestar, é a indiferença da parte dos governados para o que diz respeito aos homens e às cousas do governo, porque, num povo livre, esses homens e essas cousas são os símbolos da actividade, das energias, da vida social, são os depositários da vontade e da soberania nacional.

Homenagem Atrasada...


[ CJT ]

Dia de Portugal


Hoje é dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.


Assim me dizem as bandeiras nacionais penduradas nas janelas e amarradas em automóveis, assim me diz o programa escolar, assim me dizem os bairros degradados transformados em embaixadas.


Ah! e a parada militar com direito a discurso.



[ CJT ]

...entrelinhas... :: esquisso-a4

(...)A nossa vida não passa de um barco à deriva, na água, equilibrado pela permanente incerteza. Sobre as pessoas que irás julgar fixa isto: tudo o que fazem é lutar para encontrar uma espécie de segurança. São apenas pessoas.(...) ler mais

croqui

sexta-feira, 9 de junho de 2006

quarta-feira, 7 de junho de 2006

saudades do novo Fiesta


depois de pagar 848,40 euros pela manutenção do Focus

As Trevas do Silêncio e a Cumplicidade da Indiferença

É pelo mais fraco, pelo indefeso, pelo seu amordaçamento, violação dos seus direitos, pela sua exclusão que começa o assassínio de um Estado de Direito, a Democracia, a Humanidade.
É sempre em situações de crise que estas tendências tomam forma, em nome da “defesa da Liberdade”, da “manutenção da Ordem”, dos “direitos dos Trabalhadores”.
Nessas alturas, todos os prisioneiros, todos os acusados, deixam de ter direitos. Todos são suspeitos de ameaçar essas Liberdades e Garantias, de violar os sagrados direitos dos “cidadãos de origem”.
Parafraseando Sérgio Godinho, “inocentes são culpados de outros crimes”.
É por essas alturas que surgem as ameaças externas: os imigrantes que roubam o trabalho aos nacionais, que provocam insegurança. Os homossexuais que criam lóbis de pressão. Os religiosos que manipulam o Povo. Os políticos que cedem a pressões internacionais e se tornam traidores da Nação.

Esta ordem das coisas tem sido possível até agora pelo silêncio, pelo nosso silêncio. Pela nossa passividade de pessoas trabalhadoras que apenas querem que a sua vidinha corra.
É um silêncio cúmplice.

As argumentações habituais que legitimam toda essa “tomada de posição” por parte dos representantes de uma extrema-direita em ascensão tomam já forma adivinhando as crises de valores, de segurança, de emprego que irão escalar.
Devemos, firmemente, deixá-los saber que em nenhum caso se justificará o abuso, o vexame, a ilegalidade, a perseguição, os espancamentos, a morte, as “noites de cristal, os ghettos, as repatriações… a solução final. Porque não somos bárbaros. Porque somos Democratas. Porque somos Humanos.
Acabar com o silêncio é a única forma de evitar a derrocada final, de evitar as formas últimas de exclusão.
Não podemos esquecer-nos da forma como o nacional-socialismo se legitimou: pela negação da universalidade dos direitos do Homem usando e abusando das “crises sociais dos trabalhadores”, da “invasão imigrante”, do “controlo judeu”, acabando por legitimar assim a opressão, a escravatura, o extermínio dos “Untermenschen”.

Devemos estar atentos e não ceder a provocações de “lutas” que encapotam desavergonhadamente os mais hediondos crimes.
Quem viu o trabalho exibido pela RTP, ficou com a ideia do que movimenta essas massas… ou não.
O dirigente da FN Portugal foi hoje detido por posse de armamento e vai a tribunal.
Justiça ou Publicidade?
Aguardemos. Mas não serenamente.
Deixar os comentários em Untermenschen e Untermenschen II.

[CJT]
[em nome próprio] intra-venenoso: Untermenschen II

Porque os Nacionalistas e os Revisionistas continuam a ser perseguidos por toda a Europa, por todo o mundo Ocidental, e também já cá em Portugal. São pressionados com processos atrás de processos, levados a tribunal e quase sempre condenados, apenas porque expõem pacificamente e democraticamente as suas opiniões, ao contrário dos «jovens» em França, em Portugal e outros Países, muito ao contrário dos tiros na nuca executados pelo grupo terrorista de extrema-esquerda FP 25 de Abril...aministiados pelo Mário Soares.
Pois é, coitadinhos... perseguidos.
Perseguidos como um preto que foge no Bairro Alto ou um "comuna" que não merece viver.
Perseguidos como um ucraniano numa estação de comboio ou um indiano à saída do restaurante.
Perseguidos como um chinês à volta para casa para umas horas de sono ou como um brasileiro à saída de casa.
As FP25 o que fazem aqui?
Querem comparar-se-lhes? Armas já as têm...
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[CJT]

[em nome próprio] incisões: Untermenschen

Em Portugal, a moda vem de há já alguns anos, e bandeiras das Waffen SS, suásticas e cruzes celtas podiam ver-se no meio das claques de alguns dos principais clubes da Liga. O fenómeno só começou a merecer a devida atenção quando, em Maio de 1996, um espectador morreu na final da Taça de Portugal.
No entanto, para actuarem, as autoridades desportivas necessitam de legislação específica aplicável, o que não existe. De momento existe apenas uma recomendação não vinculativa da UEFA, no sentido de os delegados dos jogos exigirem junto da polícia a retirada de todos os símbolos de índole racista ou nazi dos estádios, mas a UEFA só pode actuar nas competições internacionais. A nível nacional, só as federações, no caso português a Federação Portuguesa de Futebol ou a Liga de Clubes, podem implementar sanções.
Até à data, a actividade das claques tem sido ignorada e entendida como simples entusiasmos juvenis e exibicionismo. Mas a verdade é que a mediatização do fenómeno, através das transmissões televisivas, torna o futebol o meio de propaganda ideal para movimentos neonazis organizados.


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[CJT]

terça-feira, 6 de junho de 2006

a procurar na Feira do Livro



o sociólogo (!?) que gostava (será?) de ser economista





À propos...


mais um dia, mais dois livros.

SC

4 dias perdidos