terça-feira, 31 de outubro de 2006

fácil de entender


Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por não saber o que será melhor, aproximei. “O meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós”. Sei lá eu o que queres dizer… Despedir-me de ti, adeus um dia voltarei a ser feliz… Talvez por não saber falar de cor, aproximei… Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou… E se ao menos tudo fosse igual a ti.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, já não sei se sei o que é sentir. Se por falar falei, pensei que se falasse era fácil de entender…
É o amor que chega ao fim, um final assim assim é mais fácil de entender…

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

regozijo



stick to the plan

SC

belas exposições


A partir de 14 de Novembro.

Em complemento, veja-se também.


SC

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

tudo tem um fim...

ainda que haja recomeços depois das cinzas

terça-feira, 24 de outubro de 2006

dão-se alvíssaras

a quem souber explicar quem é Arnold Drain e onde fica GD SZERRY GILD (se é que não é mais uma pura invenção, mas esta com corrente 'institucionalizada')

poemas que ficam (x)





e.e.cummings
SC

em audição (cósmica e sideral)



SC

segunda-feira, 23 de outubro de 2006

outras geo-grafias



SC

sexta-feira, 20 de outubro de 2006

só ontem?

“Ontem [anteontem] não foi seguramente um bom momento para mim” (em ‘statement’ às televisões)

quarta-feira, 18 de outubro de 2006

OF BEAUTY AND CONSOLATION


Vi no início do mês passado, aquele que seria o antepenúltimo episódio desta série. Entrevistada foi Jane Goodall, e foi a melhor entrevista que alguma vez assisti.

Agora a SIC repete pelas 2h30 nas madrugadas de quinta para sexta-feira a série. Se ir para a cama às 4h da manhã está fora de questão, aconselho-vos a redescobrir o fabuloso mundo do VHS e gravar todos os episódios.


Na blogosféra sobre a série:
Lauro António no dia 17-09-2006 escreveu:
Durante algumas semanas a SIC, por volta das três da manhã, em lugar do “Jornal Rural”, apresentou um programa de entrevistas que tinha como título genérico “of Beauty and Consolation” (“Van De Schoonheid en de Troost”, no original, “Da Beleza e da Consolação”, na tradução portuguesa). Por acaso vi um ou dois episódios porque alguém amigo me telefonava na altura a dizer “Vai começar agora!” ou “Apanhei o programa a meio!”
Nos jornais, às vezes lia-se:

03:00 - SIC Apresenta: Beauty & Consolation
Elucidativo.
Acontece que era um programa brilhante, onde a inteligência e a crítica, a observação social e a teorização sobre a arte, a sociedade, a religião, a filosofia atingiam níveis raramente alcançados, com uma simplicidade de linguagem e uma ausência de pedagogia barata que cintilava. Foi uma série de vinte e seis longas conversas com vinte e seis relevantes personalidades do mundo da arte, da ciência, da música, do canto, da literatura, da filosofia. Quem realizava o programa era um holandês, Wim Kayzer. Esta série foi estreada na VPRO, um canal holandês, a 2 de Janeiro prolongando-se até 1 de Julho de 2000.
Participam na série (por ordem alfabética): Karel Appel, pintor, Vladimir Ashkenazy, pianista e maestro, Catherine Bott, soprano, John Coetzee, escritor, Richard Dufallo, maestro, Freeman Dyson, cientista, Rudi Fuchs, director de museu, Jane Goodall, Stephen Jay Gould, zoólogo e paleontólogo, Germaine Greer, escritora, György Konrád, escritor, Rutger Kopland, poeta e psiquiatra, Leon Lederman, cientista, Elizabeth Loftus, psicóloga, Gary Lynch, psicólogo e químico, Yehudi Menuhin, violinista e maestro, Martha Nussbaum, filósofa, Richard Rorty, filósofo, Simon Schama, historiador, Roger Scruton, filósofo, Wole Soyinka, escritor, George Steiner, escritor e filósofo, Tatjana Tolstaja, escritora; Dubravka Ugresić, escritor, Steven Weinberg, cientista e Edward Witten, cientista e matemático. O último programa reunia os 26 em debate animado e muito polémico sobre o tema central. O encontro deu-se a 9 de Julho de 2000, no Stedelijk Museum, em Amesterdão. Era domingo.
Perdi quase todos os programas e tenho pena. Como eu algumas dezenas, ou centenas, de portugueses, gostariam de ter acesso a esta série. Se possível traduzidas em português, mas nunca em VHS, e em holandês, única versão até hoje acessível ao público internacional. Pode ver AQUI como conseguir essa colecção.

Mas há um site holandês, onde é possível ter acesso a uma curiosa documentação áudio e vídeo em inglês. Veja AQUI.
Não haverá uma editora de DVDs interessada em lanças no mercado nacional tal colecção? Há apoios comunitários para a edição, e há muitos portugueses interessandos. Que tal um esforço nesse sentido? Costa do Castelo? Prisvídeo? Lusomundo? LNK? Atalanta? Castello Lopes?
Charlotte no dia 16-08-2006 escreveu:
... a pensar no último Of Beauty and Consolation que vi (isto agora é todos os dias!), com Yehudin Menuhin, um entrevistado absolutamente extraordinário. A uma dada altura, o entrevistador faz uma pergunta sobre Israel e Menuhin - judeu, naturalmente - fala sobre o direito de matar. O Estado, o único que tem o direito de matar, entra em conflito com "Não matarás". Menuhin afirmou que, a partir do momento em que se formou o Estado de Israel, os judeus deixaram de cumprir os Dez Mandamentos e perderam a inocência. Julgo que estamos perante um judeu conservador (ou ultra-ortodoxo, não estou certa da designação), que é contra a guerra; que aceita a vontade de Deus: se essa vontade for a de não permanecerem naquele território, pois que assim seja. Isto é muito sério e complexo, não é um disparate como o tornam aqueles que dizem que os judeus que são contra a guerra são anti-semitas (tanta asneira, senhores). Mas, enfim, diz-se também muito por aí que o problema de Israel não é nosso, não nos diz respeito. Há que saber não ouvir o muito que se diz por aí e depende de cada um de nós fazê-lo.
S* no dia 08-08-2006 escreceu:
Uma peróla. O problema é conseguir apanhar. Dos 26 episódios só consegui ver 3. E todos por acaso.
Ontem, algures pela madrugada consolou-me ouvir George Steiner falar do medo do infinito.
Foi a primeira vez que agradeci sofrer de insónias.
BMC

terça-feira, 17 de outubro de 2006

e hoje e amanhã e depois também



segunda-feira, 16 de outubro de 2006

serviço público: pôr domingos à noite o inteligente professor Marcelo de pantufas

“eu vinha preparado para lhe dar uma pantufada monumental” [ao Ministro da Economia], disse ontem o professor, perdão, o Senhor Professor, na habitual lenga-lenga da RTP1. entre as escolhas do inteligente e o programa da Júlia Pinheiro na TVI há significativas semelhanças

sábado, 14 de outubro de 2006

Herbie Hancock em Novembro



a antecipada inspiração de Pinho



quinta-feira, 12 de outubro de 2006

quarta-feira, 11 de outubro de 2006

ecos da marquise Mariani

“diálogos sérios e de boa fé”
“muito carinho pela concertação social”

:: expõe os teus trabalhos :: esquisso-a4

:: expõe os teus trabalhos no esquisso-a4 ::

croqui

esquisso-a4

:: desenho
:: pintura
:: escultura
:: artesanato
:: literatura
:: críticas
:: pensamentos
:: música
:: ideias e curiosidades


O Estado Somos Nós

eram 22h22, já teria saltado do sofá umas 2 ou 3 vezes para festejar como se fosse um golo, quando aquela expressão me recordou o título de um livro (que ainda guardo) da Agência Nóvosti que o meu pai me comprou na Festa do Avante



presenciar aquela exibição ontem compensou não ter podido ir jogar pela Castilho 24 frente aos vizinhos do 5