quinta-feira, 16 de novembro de 2006

things change


magnífico. magnífico.


SC

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

bela chacina



magnífico. magnífico.

SC

entre a Pr. Londres e o INE

hoje, às 13h30

Concertos (Im)previstos - Dois Programas para Amadeo: Ruptura e Modernismo (30')

terça-feira, 14 de novembro de 2006

para a Isabel




segunda-feira, 13 de novembro de 2006

ecos intemporais

em Sintra

ou em Lisboa


sexta-feira, 10 de novembro de 2006

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

?



terça-feira, 7 de novembro de 2006

7 de noviembre (1966)

Hoy comienza una nueva etapa.


sexta-feira, 3 de novembro de 2006

o espírito de Argel


No puede existir socialismo si en las conciencias no se opera un cambio que provoque una nueva actitud fraternal frente a la humanidad, tanto de índole individual, en la sociedad en que se construye o está construido el socialismo, como de índole mundial en relación a todos los pueblos que sufren la opresión imperialista.
(Ernesto Che Guevara, Obras 1957-1967, 2 tomos, p. 574, Coleccion Nuestra America, editorial Casa de las Américas, La Habana, 1970)

breve intróito (still)



SC

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

em audição (esquecida)


Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar

Parto rumo à Primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que resistem
Antes de morrer

Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei nem nada
Do que em mim tocou

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver p'ra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro p'ra sentir

E dar sentido à viagem
A sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz "Coragem!"
Volto a partir em paz

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

novembros

vermelhos

Em audição... (com magnânimes vénias)

















BMC

terça-feira, 31 de outubro de 2006

breve intróito

OS MEUS DEMÓNIOS

Os meus demónios
Tratam-me pelo nome.
Os meus demónios
São legião e não desertam.
Os meus demónios
Obedecem a todas as ordens
E a nenhuma vontade.
Os meus demónios
Começaram por ser meus
Por afinidade e agora
São parentes de sangue.
Os meus demónios
É que escrevem os poemas.

Pedro Mexia

SC

fácil de entender


Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por não saber o que será melhor, aproximei. “O meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós”. Sei lá eu o que queres dizer… Despedir-me de ti, adeus um dia voltarei a ser feliz… Talvez por não saber falar de cor, aproximei… Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou… E se ao menos tudo fosse igual a ti.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, já não sei se sei o que é sentir. Se por falar falei, pensei que se falasse era fácil de entender…
É o amor que chega ao fim, um final assim assim é mais fácil de entender…

segunda-feira, 30 de outubro de 2006

regozijo



stick to the plan

SC

belas exposições


A partir de 14 de Novembro.

Em complemento, veja-se também.


SC

quinta-feira, 26 de outubro de 2006

tudo tem um fim...

ainda que haja recomeços depois das cinzas

terça-feira, 24 de outubro de 2006

dão-se alvíssaras

a quem souber explicar quem é Arnold Drain e onde fica GD SZERRY GILD (se é que não é mais uma pura invenção, mas esta com corrente 'institucionalizada')

poemas que ficam (x)





e.e.cummings
SC