terça-feira, 21 de novembro de 2006

de viagem a Paris

- bagagem?
- sim, uma
- mas que grande bagagem, assim arranja amigos em todo o lado
- !
- só é pena não estar cá hoje para ver o jogo

em 50 minutos a pé pela Madeleine e Opéra, fui sabendo do resultado:
20:01:06 Goloooo!!! 20:01:22 1-0, Léo.
20:02:50 2-0, Miccoli. 20:02:54 Goloooo!!! O segundo!
20:24:03 3-0, Miccoli. 20:24:10 Goloooo!! O 3o!

obrigado Isabel e Filipe H, espero mandar-vos beijos e abraços de Old Trafford

"Super Cobrador"

















BMC

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

para a Isabel (II)

vamos deixar o Mantorras jogar


Com Amizade: Antonio Felicio

a última vez que almocei com os meus pais cruzei-me com o senhor António, o Amigo que me levava em miúdo ao Jamor, ao circuito de manutenção e às futeboladas antes dos coiratos (para ele), antes de rumarmos às bancadas dos sócios na Tapadinha solarenga. contei-lhe que a rapaziada com quem jogo em Agronomia não acredita que o Atlético seja o meu 2º clube, e que também por isso só seja anti-1 clube (Belenenses, o único clube de que não gosto mesmo, razão pela qual nunca fui ao futebol com o meu padrinho, pastel desde sempre), que ainda iria comprar uma camisola do Atlético para jogar aos domingos, sonho de miúdo para uma profissão de economista e atleta amador do clube operário da Ajuda e Alcântara

no sábado o meu pai telefonou-me, o senhor António deixara-me uma camisola do Atlético


ontem, quando entrei num dos cafés onde costumo passear vários equipamentos do Glorioso, a velhota que em tempos gritara ‘viva o Benfica, é o maior!’, não conseguiu esconder a tristeza ao ver-me em azul e amarelo. eu, pelo contrário, adorei jogar ao lado dos lagartos, ainda que tivéssemos perdido contra os encarnados

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

outras geo-grafias



SC

things change


magnífico. magnífico.


SC

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

bela chacina



magnífico. magnífico.

SC

entre a Pr. Londres e o INE

hoje, às 13h30

Concertos (Im)previstos - Dois Programas para Amadeo: Ruptura e Modernismo (30')

terça-feira, 14 de novembro de 2006

para a Isabel




segunda-feira, 13 de novembro de 2006

ecos intemporais

em Sintra

ou em Lisboa


sexta-feira, 10 de novembro de 2006

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

?



terça-feira, 7 de novembro de 2006

7 de noviembre (1966)

Hoy comienza una nueva etapa.


sexta-feira, 3 de novembro de 2006

o espírito de Argel


No puede existir socialismo si en las conciencias no se opera un cambio que provoque una nueva actitud fraternal frente a la humanidad, tanto de índole individual, en la sociedad en que se construye o está construido el socialismo, como de índole mundial en relación a todos los pueblos que sufren la opresión imperialista.
(Ernesto Che Guevara, Obras 1957-1967, 2 tomos, p. 574, Coleccion Nuestra America, editorial Casa de las Américas, La Habana, 1970)

breve intróito (still)



SC

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

em audição (esquecida)


Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar

Parto rumo à Primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que resistem
Antes de morrer

Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei nem nada
Do que em mim tocou

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver p'ra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro p'ra sentir

E dar sentido à viagem
A sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz "Coragem!"
Volto a partir em paz

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

novembros

vermelhos

Em audição... (com magnânimes vénias)

















BMC

terça-feira, 31 de outubro de 2006

breve intróito

OS MEUS DEMÓNIOS

Os meus demónios
Tratam-me pelo nome.
Os meus demónios
São legião e não desertam.
Os meus demónios
Obedecem a todas as ordens
E a nenhuma vontade.
Os meus demónios
Começaram por ser meus
Por afinidade e agora
São parentes de sangue.
Os meus demónios
É que escrevem os poemas.

Pedro Mexia

SC

fácil de entender


Talvez por não saber falar de cor, imaginei. Talvez por não saber o que será melhor, aproximei. “O meu corpo é o teu corpo, o desejo entregue a nós”. Sei lá eu o que queres dizer… Despedir-me de ti, adeus um dia voltarei a ser feliz… Talvez por não saber falar de cor, aproximei… Triste é o virar de costas, o último adeus sabe Deus o que quero dizer. Obrigado por saberes cuidar de mim, tratar de mim, olhar para mim, escutar quem sou… E se ao menos tudo fosse igual a ti.
Eu já não sei se sei o que é sentir o teu amor, já não sei se sei o que é sentir. Se por falar falei, pensei que se falasse era fácil de entender…
É o amor que chega ao fim, um final assim assim é mais fácil de entender…