terça-feira, 26 de dezembro de 2006

De Quoi A Besoin L’Amour? (em audição)



e não deixar de sonhar nunca (II)



“há os que sonham a dormir, há os que sonham acordados.”

sexta-feira, 22 de dezembro de 2006

quinta-feira, 21 de dezembro de 2006

hoje, recomeça a cura

logo, depois dos 3-0 aos pastéis, depois da ressaca, vou recomeçar o tratamento

sábado, 16 de dezembro de 2006

a Europa é…



estar em Bruxelas numa reunião de indicadores de protecção social e inclusão social e receber uma chamada da Lusa para me pronunciar sobre a decisão da Câmara Municipal de Lisboa em relação ao antigo cinema Europa em Campo de Ourique



sexta-feira, 15 de dezembro de 2006

regozijo


stick to the plan

susana

UEFA cup

em Fevereiro, as minhas preferências vão para Sevilha, Paris (a minha aposta) e Amesterdão, mas não é de excluir o turismo em Israel ou na Roménia (ir a Vigo não, será preciso passar pelo Dragão e deverão estar perturbados pela eliminação da Taça de Portugal)

quarta-feira, 13 de dezembro de 2006

Bom Natal

terça-feira, 12 de dezembro de 2006

a -dos-muros (revisited and upgraded)


Enfrentar a cidade assim, fria e soalheira, devolve-nos à evidência esses lugares onde a alma acorda, arrancando-nos ao torpor do verão, em que o corpo se remete à condição de mero albergue dos sentidos. Percorrê-la assim, mãos e nariz gelados, devolve-nos à existência viva, ao mundo dos planos. Edificações. Negações do impossível.

Sonhar? Claro. Porque o frio no sangue quente é isso. Cumpridor da eterna função. Conservar. Enrijecer. Despertar.

susana

outras geo-grafias




(este vai dedicado ao meu irmão André)



susana


segunda-feira, 11 de dezembro de 2006

e não deixar de sonhar nunca



em audição (agora que isto está deserto)


Dá-me a tua melhor faca
para cortarmos isto em dois e amanha esquecer.

breve intróito (still)

Chego a uma casa nova e trago os velhos fantasmas.
Os visíveis, inexpugnáveis. Os que não descansam.
Mudo a digamos vida repartida em móveis e estantes.
Os meus solícitos avisam que estou a prazo.
Que sempre que me habituo desvalorizo o património.
Os caixotes são deles território como o céu e as paredes.
Se não deixei a sombra não expulsei também esta companhia.
Eles são inquilinos, vitalícios como o medo.
Uma vita nuova exige novíssimos tormentos.
E esta é apenas vida velha em divisões mais amplas.
Quis que não viesse alguma carga desnecessária, memórias e bibelôs.
Veio tudo, espectral e sem fadiga.
Veio dividido em espelhos e duendes que nunca tive.
Veio nos amuletos sem efeito, nas fotos onde já não apareço.
Vidrinhos que cortam no escuro.
Hologramas meus amigos faz décadas.
Cada objecto que inauguro ganha o seu deus malévolo.
Que reina na casa toda como os lares nos romanos.
Eles sabem que me venceram.
É altura mais que doméstica para me juntar a eles

Pedro Mexia

susana

belos dezembros (cont.)




susana

quarta-feira, 6 de dezembro de 2006

mais apoios ao Benfica (II)

falta menos de 1 hora para sermos 12 a torcer pelo Benfica (ainda que não jogue de vermelho e branco), eventualmente mais duas descobrirão a mesa reservada em nome de Diamantino

oferta de uma amiga

salário mínimo I

… a RMMG atingirá o valor de 450 euros em 2009, tendo como objectivo de médio prazo o valor de 500 euros em 2011.

Este acordo tripartido é da maior relevância para a credibilização e viabilização da evolução da RMMG, bem como para a afirmação do diálogo social como espaço de referência de construção de soluções para a sociedade portuguesa.


Primavera de Praga? derby?

quem ouvisse ontem o relato pelas 7 da noite não percebia o desaguisado entre o senhor Bernardino e a senhora Luísa. conflito de gerações? guerra de sexos?