quinta-feira, 19 de abril de 2007

terça-feira, 17 de abril de 2007

continua a cura

finalmente, e logo na velhinha Casa Senna da Estefânia, as meias que faltavam para o derby de domingo, em homenagem ao Muhssin Khalil Bilal e ao Al Ahly


segunda-feira, 16 de abril de 2007

hoje, continua a cura

nem sempre o trabalho está em 1º, mas não é pelo trabalho nem pelas ‘más’ exibições que não estou na Catedral (para que não restem dúvidas sobre a minha ausência na bancada)

pecados íntimos com vida

Em letras enormes do tamanho

do medo da solidão da angústia

um cartaz denuncia que um homem e uma mulher

se encontraram num bar de hotel

numa tarde de chuva

entre zunidos de conversa

e inventaram o amor com carácter de urgência

deixando cair dos ombros o fardo incómodo da monotonia

quotidiana

(Daniel Filipe, A Invenção do Amor)

quinta-feira, 12 de abril de 2007

independente?

das duas, três:
i) ou só quando o Primeiro-Ministro for Marques Mendes é que as entidades tuteladas pelo Governo serão “independentes”, isentas, verdadeiras, puras;
ii) ou só desmentindo José Sócrates é que uma investigação será “independente”, isenta, verdadeira, pura;
iii) ou a entrevista de José Sócrates descredibilizou as insinuações destas semanas, das quais o PSD queria apanhar boleia

terça-feira, 10 de abril de 2007

este é do Tó Pê



mas hoje, a partir das 18h30,
no Centro Comercial das Amoreiras,
teremos os da Mô

segunda-feira, 9 de abril de 2007

vamos?


susana

springtime

Exorcizar os males do que passou em sábado frio de aleluia, com um judas salazarento (em pleno rebentamento). Queimou-se o Judas. Queimem-se os Judas. Para o ano há mais.

susana

quinta-feira, 5 de abril de 2007

quarta-feira, 4 de abril de 2007

pequeno apontamento (com regozijo dentro)

não sei se respondo ou se pergunto.
sou uma voz que nasceu na penumbra do vazio.
estou um pouco ébria e estou crescendo numa pedra.
não tenho a sabedoria do mel ou a do vinho.
de súbito ergo-me como uma torre de sombra fulgurante.
a minha ebriedade é a da sede e a da chama.
com esta pequena centelha quero incendiar o silêncio.
o que eu amo não sei. amo em total abandono.
sinto a minha boca dentro das árvores e de uma oculta nascente.
indecisa e ardente, algo ainda não é flor em mim.
não estou perdida, estou entre o vento e o olvido.
quero conhecer a minha nudez e ser o azul da presença.
não sou a destruição cega nem a esperança impossível.
sou alguém que espera ser aberto por uma palavra.

antónio ramos rosa



susana

segunda-feira, 2 de abril de 2007

belas colheitas


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em audição


susana

terça-feira, 27 de março de 2007

em leitura


susana

quinta-feira, 22 de março de 2007

dia da poesia também é hoje (II)




dia da poesia também é hoje (e doce)



moral da estória

“se isso piorar não tenha problemas em ir a um hospital público, tem prioridade até sobre grávidas em trabalho de parto”
(Conceição Silva, médica, Centro de Saúde de Santo Condestável)