terça-feira, 19 de julho de 2005

Descoberta do dia



Eles falam do que é explícito, eu, por mim, nem quero saber. Depois de olhar para aquela banda sonora posso até vê-lo de olhos fechados...

SC

Franz Ferdinand...


...A 25/08 no Freeport de Alcochete, só me faz lembrar o derradeiro concerto de Lamb no Pavilhão Atlântico. Salvou-nos a descoberta do Damien Rice, numa excelente intro muito antes do "Closer"...

SC

Em audição




Cool...

SC

segunda-feira, 18 de julho de 2005

BB (4)

e esta não porquê?



(deixo para 17 de Agosto a nº 3)

Do poder Europeu



SC

À propos...


Summer Storm

We stood on the rented patio
While the party went on inside.
You knew the groom from college.
I was a friend of the bride.

We hugged the brownstone wall behind us
To keep our dress clothes dry
And watched the sudden summer storm
Floodlit against the sky.

The rain was like a waterfall
Of brilliant beaded light,
Cool and silent as the stars
The storm hid from the night.

To my surprise, you took my arm–
A gesture you didn't explain–
And we spoke in whispers, as if we two
Might imitate the rain.

Then suddenly the storm receded
As swiftly as it came.
The doors behind us opened up.
The hostess called your name.

I watched you merge into the group,
Aloof and yet polite.
We didn't speak another word
Except to say goodnight.

Why does that evening's memory
Return with this night's storm–
A party twenty years ago,
Its disappointments warm?

There are so many might have beens,
What ifs that won't stay buried,
Other cities, other jobs,
Strangers we might have married.

And memory insists on pining
For places it never went,
As if life would be happier
Just by being different.

Dana Gioia


SC

e a Luz tão perto



domingo, 17 de julho de 2005

Onde Está o Wally?

Em Estugarda...


BB

sábado, 16 de julho de 2005

BB (2)



Avançado dinamarquês era apontado como reforço dos “Encarnados”
Tomasson "escapa" ao Benfica e assina pelo Estugarda
16.07.2005 - 16h16 Lusa

sexta-feira, 15 de julho de 2005

Em audição



SC

Estudos para o Tempo Suspenso






SC

quinta-feira, 14 de julho de 2005

O Tempo Suspenso


Do pintor Urbano, na Galeria Fonseca Macedo, Ponta Delgada.

SC

Blogs que importam (III)









SC

Blogs que importam (II)



SC

Nem com manif, nem com 1ª página



É o fim, mesmo.

SC

quarta-feira, 13 de julho de 2005

BB

esta cumpre a condição nº 1?


Hatha Yoga



Quase lá...

SC

Em audição



A 5 e 6 no Coliseu Micaelense. Uau.

SC

Algumas sugestões para o bom funcionamento de um Blog Comunitário:



Uma vez que o João, não se pronuncia sobre o assunto, deixo aqui algumas sugestões para o bom funcionamento de um Blog comunitário.




1- Não Publicar fotografias do Benfica;
2- Publicar fotografias do ponta de lança de “Categoria Internacional” adquirido para a época 2005-2006 pelo Benfica;
3- Não falar da espinha dorsal da selecção nacional constituída por jogadores do Benfica;
4- Não Publicar fotografias de antigos jogadores do Benfica, que não sejam as fotografias do Miguel, Sokota, Paulo Sousa e Pacheco;
5- Não Publicar Fotografias de Presidentes do Benfica, com a única excepção de fotografias do Vale e Azevedo;
6- Não Falar da Época 2004-2005;
7- Falar de Futebol unicamente entre as épocas 1994-1995 e 2003-2004;
8- Quando se falar de antigos feitos, faze-lo numa rubrica própria com a denominação de “Memórias”;
9- Elogiar, sempre que possível, o grande treinador/poeta Artur Jorge;
10- Não falar do sorteio dos árbitros;
11- Não pronunciar o nome de Dias Ferreira;
12- Relembrar, diariamente, que Estugarda faz parte de Itália.



BB

terça-feira, 12 de julho de 2005

linda

a fotografia da pág. 49






segunda-feira, 11 de julho de 2005

.



regressos




Outro fim




Uma vez escrevi sobre isso aqui, sobre o prazer que a dança me dava:

“Eu tenho, sempre tive, um fascínio absoluto pela dança. O que os corpos dizem, o que insinuam, o seu poder traçado na forma como conseguem superar-se, dobrar-se, elevar-se, entrançar-se. A sua fragilidade na forma como às vezes vergam ou se entregam. A dança para mim é isso, é a alma a soltar-se e o corpo o seu veículo, um prolongamento material da sua expressão.”

E falava do Ballet Gulbenkian, que agora morreu. Repentinamente. No auge de um fulgor criativo invulgar, onde novas experiências, coreografias e coreógrafos surgiam temporada após temporada para brindarem um público (crescente e) amante do melhor da dança contemporânea. Com um corpo de baile excepcional e um conjunto de directores artísticos digno de nota. Foi no Grande Auditório que vivi dos momentos que mais me emocionaram, nessa arte que é a dança.

Não sei se a direcção da Gulbenkian fez a opção certa, mas sei definitivamente que não a fez da maneira correcta. Esperemos que o que criou como alternativa em apoios aos bailarinos e a experiências de criação, dê os seus frutos e que esta morte seja então uma espécie de renascimento. Renascimento que desmultiplique a criatividade e faça o público e os obreiros do BG renascerem eles também.

Petição contra a extinção em http://www.petitiononline.com/bg05ext
SC

domingo, 10 de julho de 2005

em audição



sexta-feira, 8 de julho de 2005

Em audição


Faixa 4

SC featuring Tom Waits

quinta-feira, 7 de julho de 2005

Poemas que ficam



Navio de Espelhos

O navio de espelhos
não navega, cavalga

Seu mar é a floresta
que lhe serve de nível

Ao crepúsculo espelha
sol e lua nos flancos

(Por isso o tempo gosta
de deitar-se com ele)

Os armadores não amam
a sua rota clara

(Vista do movimento
dir-se-ia que pára)

Quando chega à cidade
nenhum cais o abriga

(O seu porão traz nada
nada leva à partida)

Vozes e ar pesado
é tudo o que transporta

(E no mastro espelhado
uma espécie de porta)

Seus dez mil capitães
têm o mesmo rosto

(A mesma cinta escura
o mesmo grau e posto)

Quando um se revolta
há dez mil insurrectos

(Como os olhos da mosca
reflectem os objectos)

E quando um deles ala
o corpo sobre os mastros
e escruta o mar do fundo

Toda a nave cavalga
(como no espaço os astros)

Do princípio do mundo
até ao fim do mundo

Mário Cesariny


SC

Poemas que ficam


you are welcome to elsinore

Entre nós e as palavras há metal fundente
entre nós e as palavras há hélices que andam
e podem dar-nos morte violar-nos tirar
do mais fundo de nós o mais útil segredo
entre nós e as palavras há perfis ardentes
espaços cheios de gente de costas
altas flores venenosas portas por abrir
e escadas e ponteiros e crianças sentadas
à espera do seu tempo e do seu precipício

Ao longo da muralha que habitamos
há palavras de vida há palavras de morte
há palavras imensas, que esperam por nós
e outras, frágeis, que deixaram de esperar
há palavras acesas como barcos
e há palavras homens, palavras que guardam
o seu segredo e a sua posição

Entre nós e as palavras, surdamente,
as mão e as paredes de Elsinore

E há palavras nocturnas palavras gemidos
palavras que nos sobem ilegíveis à boca
palavras diamantes palavras nunca escritas
palavras impossíveis de escrever
por não termos connosco cordas de violinos
nem todo o sangue do mundo nem todo o amplexo do ar
e os braços dos amantes escrevem muito alto
muito além do azul onde oxidados morrem
palavras maternais só sombra só soluço
só espasmos só amor só solidão desfeita

Entre nós e as palavras, os emparedados
e entre nós e as palavras, o nosso dever falar

Mário Cesariny


SC

O Estado da Nação


Rothko, n.º 2 (blue, red and green), 1953
SC

Blogs que importam (I)




SC

segunda-feira, 4 de julho de 2005

igualdade de género (II)

"eu vou à Zara home e tu vais à Barata, pode ser?"

claro!


sexta-feira, 1 de julho de 2005

o mais humano



(além de oito 5, quatro 4 e 3 a inglês)

saudades (III)







saudades (II)







saudades