zé
sexta-feira, 23 de junho de 2006
quinta-feira, 22 de junho de 2006
em audição (bela onda)
quarta-feira, 21 de junho de 2006
a minha bandeira
* primeira operação: recortar a publicidade ao banco
* segunda operação: alfinetar nas 5 quinas, 5 grandes jogadores de selecção, que me marcaram/marcam – Shéu; Diamantino, Rui Costa e Chalana; Mantorras
* terceira operação: trazer a bandeira para o meu gabinete e estendê-la na mesa de reuniões, para dar sorte na hora dos jogos, e permitir 3 golos a Portugal (Simão, Tiago, Nuno Gomes) e outro a Angola (o querido Mantorras)
* quarta operação: ir até à sala grande de reuniões, aqui ao lado, onde estarão a ver o jogo em ecrã gigante
zé
terça-feira, 20 de junho de 2006
segunda-feira, 19 de junho de 2006
sexta-feira, 16 de junho de 2006
em audição
Kick Up the Fire, and Let the Flames Break Loose
(Morning Records 2003)
(official site) (google)
Alguém conhece esta banda? Procuro alguém que já tenha ouvido isto e queira conversar acerca daquilo que ouviu.
Estou a falar a sério: ainda não tive a felicidade de encontrar alguém que conheça. E tenho urgência em evangelizar alguém para falar da experiência. É um disco ed 2003 que tem um antes e nenhum depois. É o meu preferido do milénio, a par do Quarry do Morrisey.
* contém rock progressivo (hipnótico, poderoso, sincero, pós-moderno) * canções lindas * ambientes pesados * sampler em todas as faixas * pode conter vestígios de batidas electro
06. Blind Pilots
I hope you never change
I hope you never go
I hope you always keep
Our little secrets though
But how'd we get here
At this height
And what's this talk of
Dead weight
I know we always drink
But we don't always fight
The landing lights are on
But we're just out of sight
Cos this thing's mobile
There's still wheels
And I'm not done yet
So hang on
You came along to change the grade
To raise the bar I'd made of late
You came along to raise the stakes
To tend to me and my mistakes
I can't pretend that I could be
The man you said you saw in me
But hang around and I'll try and land this thing
Noone came
Noone saw
Someone pass the manual
And soon I'll go away
I'll see you at the door
So go put David on
Read about the war
We're just blind pilots
In strange planes
Back seat drivers
In dead cars
You came along to change the grade
....
Yeah I made a list of all the things
That I could change how I could win
I can't and I refuse to say
The wheels have slowly come away
I pray to God my soul to keep
Cos I could never stand the heat
But hang around and I'll try and land this thing
Noone came
Noone saw
Someone pass the manual
Abraços,
andrezero
quarta-feira, 14 de junho de 2006
no final da Feira
e o primeiro livro para o canarinho ler quandi a mãe lhe gritar
zé
terça-feira, 13 de junho de 2006
Como ver os jogos do Mundial no computador?
- fazer download do TVU Player aqui e instala-lo,
- abrir programa e escolher o canal ESPN2,
- abrir os olhos.
segunda-feira, 12 de junho de 2006
apesar da espinha dorsal da selecção(*)
(*) que como prometeu o Dr. João Vale e Azevedo, é do Benfica
zé
[Ludwig Wittgenstein] in 'Tratado Lógico-Filosófico'
A morte não é um acontecimento da vida. A morte não pode ser vivida.
Caso se compreenda por eternidade não uma duração temporal infinita, mas a intemporalidade, quem vive no presente é quem vive eternamente.
A nossa vida é tanto mais sem fim quanto mais o nosso campo de visão não tem limites.
Logo hoje que eu estava resolvido a vir para aqui arengar acerca da inutilidade e da futilidade de vivermos o presente, logo hoje que eu estava virado para o choradinho do Heráclito e das tretas do devir, aparece-me este Wittgenstein a derrubar-me logo à saída.
Não é justo, ainda mal acordei e já me chamam à razão.
[ CJT ]
uma palavra
zé
sábado, 10 de junho de 2006
[Antero de Quental] in 'Prosas da Época de Coimbra'
Um dos piores sintomas de desorganização social, que num povo livre se pode manifestar, é a indiferença da parte dos governados para o que diz respeito aos homens e às cousas do governo, porque, num povo livre, esses homens e essas cousas são os símbolos da actividade, das energias, da vida social, são os depositários da vontade e da soberania nacional.
Dia de Portugal
Hoje é dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Assim me dizem as bandeiras nacionais penduradas nas janelas e amarradas em automóveis, assim me diz o programa escolar, assim me dizem os bairros degradados transformados em embaixadas.
Ah! e a parada militar com direito a discurso.
[ CJT ]
...entrelinhas... :: esquisso-a4
croqui
sexta-feira, 9 de junho de 2006
quarta-feira, 7 de junho de 2006
É pelo mais fraco, pelo indefeso, pelo seu amordaçamento, violação dos seus direitos, pela sua exclusão que começa o assassínio de um Estado de Direito, a Democracia, a Humanidade.
É sempre em situações de crise que estas tendências tomam forma, em nome da “defesa da Liberdade”, da “manutenção da Ordem”, dos “direitos dos Trabalhadores”.
Nessas alturas, todos os prisioneiros, todos os acusados, deixam de ter direitos. Todos são suspeitos de ameaçar essas Liberdades e Garantias, de violar os sagrados direitos dos “cidadãos de origem”.
Parafraseando Sérgio Godinho, “inocentes são culpados de outros crimes”.
É por essas alturas que surgem as ameaças externas: os imigrantes que roubam o trabalho aos nacionais, que provocam insegurança. Os homossexuais que criam lóbis de pressão. Os religiosos que manipulam o Povo. Os políticos que cedem a pressões internacionais e se tornam traidores da Nação.
Esta ordem das coisas tem sido possível até agora pelo silêncio, pelo nosso silêncio. Pela nossa passividade de pessoas trabalhadoras que apenas querem que a sua vidinha corra.
É um silêncio cúmplice.
As argumentações habituais que legitimam toda essa “tomada de posição” por parte dos representantes de uma extrema-direita em ascensão tomam já forma adivinhando as crises de valores, de segurança, de emprego que irão escalar.
Devemos, firmemente, deixá-los saber que em nenhum caso se justificará o abuso, o vexame, a ilegalidade, a perseguição, os espancamentos, a morte, as “noites de cristal, os ghettos, as repatriações… a solução final. Porque não somos bárbaros. Porque somos Democratas. Porque somos Humanos.
Acabar com o silêncio é a única forma de evitar a derrocada final, de evitar as formas últimas de exclusão.
Não podemos esquecer-nos da forma como o nacional-socialismo se legitimou: pela negação da universalidade dos direitos do Homem usando e abusando das “crises sociais dos trabalhadores”, da “invasão imigrante”, do “controlo judeu”, acabando por legitimar assim a opressão, a escravatura, o extermínio dos “Untermenschen”.
Devemos estar atentos e não ceder a provocações de “lutas” que encapotam desavergonhadamente os mais hediondos crimes.
Quem viu o trabalho exibido pela RTP, ficou com a ideia do que movimenta essas massas… ou não.
O dirigente da FN Portugal foi hoje detido por posse de armamento e vai a tribunal.
Justiça ou Publicidade?
Aguardemos. Mas não serenamente.
Porque os Nacionalistas e os Revisionistas continuam a ser perseguidos por toda a Europa, por todo o mundo Ocidental, e também já cá em Portugal. São pressionados com processos atrás de processos, levados a tribunal e quase sempre condenados, apenas porque expõem pacificamente e democraticamente as suas opiniões, ao contrário dos «jovens» em França, em Portugal e outros Países, muito ao contrário dos tiros na nuca executados pelo grupo terrorista de extrema-esquerda FP 25 de Abril...aministiados pelo Mário Soares.
[em nome próprio] incisões: Untermenschen
Em Portugal, a moda vem de há já alguns anos, e bandeiras das Waffen SS, suásticas e cruzes celtas podiam ver-se no meio das claques de alguns dos principais clubes da Liga. O fenómeno só começou a merecer a devida atenção quando, em Maio de 1996, um espectador morreu na final da Taça de Portugal.
No entanto, para actuarem, as autoridades desportivas necessitam de legislação específica aplicável, o que não existe. De momento existe apenas uma recomendação não vinculativa da UEFA, no sentido de os delegados dos jogos exigirem junto da polícia a retirada de todos os símbolos de índole racista ou nazi dos estádios, mas a UEFA só pode actuar nas competições internacionais. A nível nacional, só as federações, no caso português a Federação Portuguesa de Futebol ou a Liga de Clubes, podem implementar sanções.
Até à data, a actividade das claques tem sido ignorada e entendida como simples entusiasmos juvenis e exibicionismo. Mas a verdade é que a mediatização do fenómeno, através das transmissões televisivas, torna o futebol o meio de propaganda ideal para movimentos neonazis organizados.
[CJT]
terça-feira, 6 de junho de 2006
ensaio sobre a lucidez
qual a profissão da rapariga? como se 'afirmou'? que autor, gracejando, Montag afirmou queimar à 4ª? qual a última pergunta que Clarisse fez a Montag, no final da primeira conversa?
que fez Montag ao chegar a casa junto da esposa? que lhe disse? que retorquiu Linda?
zé
segunda-feira, 5 de junho de 2006
consertos
se o seu aspirador parecer avariado depois da empregada doméstica o ter usado, não se irrite. há sempre alguém que com paciência, chave de parafusos e um bom conhaque de Cadiz, o consegue arranjar (com conhecimento de causa dum Chic Prestige da Electrolux dos anos 80)
já o mesmo não se garante em relação à agulha do Rega Planar 2
zé
sexta-feira, 2 de junho de 2006
para o Francisco
O canarinho cai
No cantarinho ai
Do canarinho
O cantarinho cai
Na canarinho ai
Do canarinho
O alarido sai
Do arruído ai
Do alarido
O arruído sai
Do alarido ai
Do arruído
O vagabundo vai
A cada mundo ai
Do vagabundo
A cada mundo vai
O vagabundo ai
Do cada mundo
O cavalinho vai
De vagarinho ai
Do cavalinho
O vagarinho vai
De cavalinho ai
De vagarinho
zé
quinta-feira, 1 de junho de 2006
poemas que ficam (vii)
larger
of smallish)
Humble a
rosily
,nimblest;
c-urlin-g
noworld
Silent is
blue
(sleep!new
girlgold
e.e.cummings
SC






















