quinta-feira, 30 de novembro de 2006

poemas que ficam (xi)

here's to opening and upward, to leaf and to sap
and to your(in my arms flowering so new)
self whose eyes smell of the sound of rain

and here's to silent certainly mountains;and to
a disappearing poet of always,snow
and to morning;and to morning's beautiful friend
twilight(and a first dream called ocean)and

let must or if be damned with whomever's afraid
down with ought with because with every brain
which thinks it thinks,nor dares to feel(but up
with joy;and up with laughing and drunkenness)

here's to one undiscoverable guess
of whose mad skill each world of blood is made
(whose fatal songs are moving in the moon

e.e.cummings

SC

pequeno apontamento



dias bucólicos no yorkshire

SC

em audicao (em Madison, WI) (II)



comprado na Borders

ze'

terça-feira, 28 de novembro de 2006

sábado, 25 de novembro de 2006

sexta-feira, 24 de novembro de 2006

o pior golo da vida

depois de Eusébio, Figo é o mais globalizado dos futebolistas portugueses. Fernando Chalana, Paulo Futre, João Pinto e Nuno Gomes, estes últimos citados no Vietname e no Montenegro, não o conseguiram, Cristiano Ronaldo se verá se superará Luís Figo. mas o que distingue um grande futebolista de um senhor futebolista (com H grande como diria o Pinto da Costa), está também nos diferentes comportamentos perante os golos sofridos pelas equipas do seu ‘coração’


os grandes amigos do ‘santo’ Victor (II)

(ou como estar de bem com Deus e o Diabo)

Belém Roseira: “É a presidente da assembleia geral da UMP. Pessoa brilhante. Política brilhante.”

Vieira da Silva: “Homem que vem comigo da economia social e tem uma visão correcta e uma preocupação constante.”

Ferro Rodrigues. “Um bom amigo pessoal e um homem que foi injustiçado pelas circunstâncias.”

Bagão Félix: “Um amigo e companheiro de muitas e boas lides. Temos ópticas diversas de leitura mas com o mesmo objectivo.”

Paulo Pedroso: “Foi um grande ministro para as Misericórdias. É pena que os países percam homens de tanto valor.”

Marques Mendes: “Um amigo desde os tempos do seu pai. Partilhámos muitos bons momentos. É uma pessoa de grande valor e de grande carácter.”

pornografia institucional


começa na capa e atinge o auge nas páginas 22-23

a tradição já não é o que era

a 25 de Novembro?

com os “amiguinhos”?

quinta-feira, 23 de novembro de 2006

como foi com a Manela?

Essa noite o locutor
Errou mais uma vez
E um satélite no céu
Contou pra todo mundo
O que ele fez

Eu não gosto muito dele
Perfeito até demais
Nunca fala palavrão
E nem pediu perdão
Pra recomeçar
De onde parou
Sem mesmo piscar

No intervalo comercial
Reuniu seu pessoal
Disse que assim não dava
Pra continuar
Demitiu seu assistente
Que foi quem o distraiu
E mandou toda sua gente
Descobrir quem foi que riu
E recomeçou de onde parou
Sem mesmo piscar

Quando intervalo acabou
Eu não sei se o senhor notou
O seu rosto estava cheio de uma fúria
Os seus olhos cheios de uma dor
E ao se despedir do telespectador
Disse:
Boa noite Brasil,
Vai pra puta que o pariu!

Samir Kassir

(das ‘Considerações sobre a desgraça árabe’)

… a percepção negativa, “colonial”, da dominação americana no Iraque é sublinhada pelo sentimento de que, de um modo geral, os americanos já tendiam a actuar “contra nós”. Não é preciso ser movido pela ideologia do islamismo para o sentir. O apoio constante dos Estados Unidos ao extremismo israelita basta para justificar esta percepção.

… Nenhuma angústia, com efeito, entre os adeptos do islamismo radical. Mesmo a denúncia da “cruzada” ocidental tem para eles valor de confirmação da superioridade da vítima, à qual apenas se pede que se assuma como vítima e que atinja assim o Paraíso.


quarta-feira, 22 de novembro de 2006

estando em Paris

imagino à distância PatoFu

Por que você às vezes
Se faz de ruim?
Tenta me convencer
Que não mereço viver
Que não presto, enfim

Saio em segredo
Você nem vai notar
E assim sem despedida
Saio de sua vida
Tão espetacular

E ao chegar lá fora
Direi que fui embora
E que o mundo já pode se acabar
Pois tudo mais que existe
Só faz lembrar que o triste
Está em todo lugar


E quando acordo cedo
De uma noite sem sal
Sinto o gosto azedo
De uma vida doce
E amarga no final

Saio sem alarde
Sei que já vou tarde
Não tenho pressa
Nada a me esperar
Nenhuma novidade
As ruas da cidade
O mesmo velho mar


terça-feira, 21 de novembro de 2006

os grandes amigos do ‘santo’ Victor

(da série ‘O que pensa sobre…’ da entrevista do Padre Victor Melícias ao Jornal de Negócios)

António Guterres: “Excelente pessoa. Excelente Governante e uma grande esperança para o futuro. É um grande amigo meu.”

Durão Barroso: “Um governante muito bem posicionado e com responsabilidades para a evolução do mundo.”

José Sócrates: “Um governante que me tem surpreendido pela positiva e no qual deposito grandes esperanças.”

Correia de Campos: “Um ministro amigo de há muitos anos com o qual inicialmente houve alguma dificuldade de entendimento, mas em quem deposito esperanças para uma participação leal e eficaz no SNS.”

Filipe Pereira: “Um ministro que teve a clarividência de não ficar à espera e avançou com o que era possível.”

Manuela Arcanjo: “Ministra com a qual as Misericórdias tiveram alguma dificuldade mas com a qual estabelecemos protocolos para as listas de espera, infelizmente sem o êxito que gostaríamos.”



de viagem a Paris

- bagagem?
- sim, uma
- mas que grande bagagem, assim arranja amigos em todo o lado
- !
- só é pena não estar cá hoje para ver o jogo

em 50 minutos a pé pela Madeleine e Opéra, fui sabendo do resultado:
20:01:06 Goloooo!!! 20:01:22 1-0, Léo.
20:02:50 2-0, Miccoli. 20:02:54 Goloooo!!! O segundo!
20:24:03 3-0, Miccoli. 20:24:10 Goloooo!! O 3o!

obrigado Isabel e Filipe H, espero mandar-vos beijos e abraços de Old Trafford

"Super Cobrador"

















BMC

segunda-feira, 20 de novembro de 2006

para a Isabel (II)

vamos deixar o Mantorras jogar


Com Amizade: Antonio Felicio

a última vez que almocei com os meus pais cruzei-me com o senhor António, o Amigo que me levava em miúdo ao Jamor, ao circuito de manutenção e às futeboladas antes dos coiratos (para ele), antes de rumarmos às bancadas dos sócios na Tapadinha solarenga. contei-lhe que a rapaziada com quem jogo em Agronomia não acredita que o Atlético seja o meu 2º clube, e que também por isso só seja anti-1 clube (Belenenses, o único clube de que não gosto mesmo, razão pela qual nunca fui ao futebol com o meu padrinho, pastel desde sempre), que ainda iria comprar uma camisola do Atlético para jogar aos domingos, sonho de miúdo para uma profissão de economista e atleta amador do clube operário da Ajuda e Alcântara

no sábado o meu pai telefonou-me, o senhor António deixara-me uma camisola do Atlético


ontem, quando entrei num dos cafés onde costumo passear vários equipamentos do Glorioso, a velhota que em tempos gritara ‘viva o Benfica, é o maior!’, não conseguiu esconder a tristeza ao ver-me em azul e amarelo. eu, pelo contrário, adorei jogar ao lado dos lagartos, ainda que tivéssemos perdido contra os encarnados

quinta-feira, 16 de novembro de 2006

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

bela chacina



magnífico. magnífico.

SC

entre a Pr. Londres e o INE

hoje, às 13h30

Concertos (Im)previstos - Dois Programas para Amadeo: Ruptura e Modernismo (30')

terça-feira, 14 de novembro de 2006

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

sexta-feira, 10 de novembro de 2006

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

terça-feira, 7 de novembro de 2006

7 de noviembre (1966)

Hoy comienza una nueva etapa.


sexta-feira, 3 de novembro de 2006

o espírito de Argel


No puede existir socialismo si en las conciencias no se opera un cambio que provoque una nueva actitud fraternal frente a la humanidad, tanto de índole individual, en la sociedad en que se construye o está construido el socialismo, como de índole mundial en relación a todos los pueblos que sufren la opresión imperialista.
(Ernesto Che Guevara, Obras 1957-1967, 2 tomos, p. 574, Coleccion Nuestra America, editorial Casa de las Américas, La Habana, 1970)

breve intróito (still)



SC

quarta-feira, 1 de novembro de 2006

em audição (esquecida)


Não vou procurar quem espero
Se o que eu quero é navegar
Pelo tamanho das ondas
Conto não voltar

Parto rumo à Primavera
Que em meu fundo se escondeu
Esqueço tudo do que eu sou capaz
Hoje o mar sou eu

Esperam-me ondas que persistem
Nunca param de bater
Esperam-me homens que resistem
Antes de morrer

Por querer mais do que a vida
Sou a sombra do que eu sou
E ao fim não toquei nem nada
Do que em mim tocou

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Parto rumo à maravilha
Rumo à dor que houver p'ra vir
Se eu encontrar uma ilha
Paro p'ra sentir

E dar sentido à viagem
A sentir que eu sou capaz
Se o meu peito diz "Coragem!"
Volto a partir em paz

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

Eu vi, mas não agarrei
Eu vi, mas não agarrei

novembros

vermelhos

Em audição... (com magnânimes vénias)

















BMC