quarta-feira, 19 de outubro de 2005

do além (cont.)















Naquele dia, não fui só eu a descer a fajã...éramos muitos, mais de 20, mas da Diana V., do Vítor M. e da Tina P. , fiquei amiga.

Boas memórias.

SC

Hatha yoga


O verbo respirar ganha novo significado
quando se pratica hatha yoga...



SC

segunda-feira, 17 de outubro de 2005

Outubro (III)






Angra do Heroísmo é assim, como Lisboa, às dez da manhã de um sábado de sol. Uma cidade de luz.


SC

poemas que rondam (ii)



A Cabeça em Ambulância

Há feridas cíclicas há violentos voos
dentro de câmaras de ar curvas
feridas que se pensam de noite
e rebentam pela manhã

ou que de noite se abrem
e pela manhã são pensadas
com todos os pensamentos
que os órgãos são hábeis
em inventar como pensos

ligaduras capacetes
sacramentos
com que se prende a cabeça
quando ela se nos afasta

quando ela nos pressente
em síncope ou desnudamento
ou num erro mais espaçoso
ou numa letra mais muda
ou na sala de tortura
na sala escura, de infância.

1966, Luiza Neto Jorge
Poesia, Assírio & Alvim

SC

domingo, 16 de outubro de 2005

aurora

e se ao saires do cinema tiveres 3 chamadas não atendidas e 4 mensagens no telemóvel, isso é a confirmação da esperada vitória

quinta-feira, 13 de outubro de 2005

gosto desta imagem de marca






SC

belos elencos

Pinter, Harold

1962 Italia Prize The Lover
1966 CBE
1970 Shakespeare Prize (Germany)
1973 Austrian State Prize for European Literature
1979 Laurence Olivier/BBC Award for Best New Play Betrayal
1979 SWET Award Betrayal
1980 Pirandello Prize
1982 Donatello Prize
1982 Giles Cooper Award Family Voices
1984 Elmer Holmes Bobst Award for Arts and Letters
1990 Companion of Literature (Royal Society of Literature)
1995 David Cohen British Literature Prize
1996 Laurence Olivier Special Award
1997 Sunday Times Award for Literary Excellence
2000 Critics' Circle Award for Distinguished Service to the Arts
2001 Hermann Kesten Medallion (awarded for outstanding commitment on behalf of persecuted and imprisoned writers by German P.E.N.)
2001 PEN/S.T. Dupont Golden Pen Award (Lifetime's Distinguished Service to Literature' award)
2001 Premio Fiesole ai Maestri del Cinema (Italy)
2001 South Bank Show Outstanding Achievement in the Arts Award
2001 World Leaders Award (Canada)
2002 Companion of Honour
2004 Critics' Circle Special 50th Year Award (playwright)
2004 Wilfred Owen Award for Poetry War
2005 Nobel Prize


(autor sobejamente divulgado pelos Artistas Unidos, companhia teatral à qual, em 2003, o Sr. Presidente da Câmara Municipal de Lisboa e sucessores (ou sucedâneos, como se queira) fez o favor de retirar o espaço gentilmente cedido pela esquerda coligada para ensaios e representação - o edifício d'A Capital, no Bairro Alto)

SC

quarta-feira, 12 de outubro de 2005

poemas que rondam (i)

i have found what you are like
the rain,

(Who feathers frightened fields
with the superior dust-of-sleep. wields

easily the pale club of the wind
and swirled justly souls of flower strike

the air in utterable coolness

deeds of green thrilling light
with thinned

newfragile yellows

lurch and.press

-in the woods
which
stutter
and

sing

And the coolness of your smile is
stirringofbirds between my arms;but
i should rather than anything
have(almost when hugeness will shut
quietly)almost,
your kiss


e.e.cummings

SC

terça-feira, 11 de outubro de 2005

+ autárquicas (ou sobre a divisão da esquerda alfacinha urbana)



Fico contente pela Ajuda e (apesar de) por Santo Condestável, porque os meus 29.359 vizinhos recenseados, continuam na mesma, como há quatro anos.

Uma tristeza.


SC






Vespeira, 75



segunda-feira, 10 de outubro de 2005

Autárquicas

apesar do Lourenço Bernardino ter perdido Santo Condestável (ainda que quase com o dobro da votação que a coligação obteve para os órgãos do concelho), as esquerdas recuperaram a maioria na Assembleia de Freguesia e a CDU manteve a presidência da Junta de Freguesia da Ajuda

sexta-feira, 7 de outubro de 2005

desforra?



Oslo, este fim-de-semana



obrigado eu



Temos gravações bestiais de toda a gente a cantar músicas do princípio ao fim numa grande euforia, mas parecia-nos que [editá-las] seria atraiçoar as pessoas que tornaram aquele momento tão nosso naquela altura - nossa e do público que estava nessa noite... (Manuela no Y da semana passada)

quinta-feira, 6 de outubro de 2005

New Orleans (parte ii)


Chegou aqui às ilhas e voltei à sala de cinema, pronta a fixar os pormenores que a primeira vez não permite nunca observar. É claro que vejo no filme muito mais do que uma simples história de inadaptados, mas isso agora não vem ao caso... fica apenas a nota de que cada imagem filmada daquela New Orleans indolente e colorida de 2004, me trouxe à memória os destroços dos dias de hoje. Cinzenta, a força dos furacões.

SC

terça-feira, 4 de outubro de 2005

em audição


Shannon Hoon, o vocalista, morreu em New Orleans. Outubro de 95.
E os Blind Melon acabaram.



SC

segunda-feira, 3 de outubro de 2005

belos elencos

um passeio blogosférico, lembrou-me um dos melhores filmes que já vi

Sean Penn .... First Sgt Edward Welsh
Adrien Brody .... Corporal Five
James Caviezel .... Private Witt (as Jim Caviezel)
Ben Chaplin .... Private Jack Bell
George Clooney .... Captain Charles Bosche
John Cusack .... Captain John Gaff
Woody Harrelson .... Sgt Keck
Elias Koteas .... Captain James 'Bugger' Staros
Jared Leto .... Second Lieutenant Whyte
Dash Mihok .... Private First Class Doll
Tim Blake Nelson .... Private Tills
Nick Nolte .... Lieutenant Colonel Gordon Tall
John C. Reilly .... Sgt Storm
Larry Romano .... Private Mazzi
John Savage .... Sgt McCron


SC


Outubro (II)







Percurso: início a leste de Sto António, descida à fajã, subida até à Ermida
Grau de dificuldade: médio +
Estado dos músculos: dor suportável


Outrora locais de habitação permanente ou de migração nos meses de invernia, na busca do fabuloso microclima que as abriga junto ao mar, as fajãs são hoje, muito mais, espaço de fruição onde os locais recebem forasteiros de braços abertos e oferecem o que têm. Os telhados das pequeninas casas como abrigo das chuvas intermitentes. Os terrenos semi-cultivados como espaço de contemplação. As adegas como refúgio de convívio. Pão de milho, queijo, linguiça caseira, o doce licor angelica, vinho branco, aguardente, cervejão... solidários, abertos e generosos, assim são estes jorgenses das fajãs. Nesta, do Além, apesar do calor húmido, o sol só voltará a queimar no próximo mês de Março. Os gigantescos cumes da ilha trazem-lhe a sombra, mas não lhe tiram o resto do encanto.

SC

Outubro (I)



olho no Pico, pé em S. Jorge...

A experiência insular parece variar conforme nos deslocamos de ilha para ilha. Se em S. Miguel, o raro avistar de Sta. Maria é normalmente sinal de mau tempo e o mar não encontra barreira, em S. Jorge, como no Faial, como no Pico, há um conforto indescritível na visão da outra ilha.

Aqui, neste canal, a fronteira deixa de ser mar, para passar a ser terra, ali, à distância de um olhar


SC

quarta-feira, 28 de setembro de 2005

Murais do 25 de Abril

pravdamocas@hotmail.com

Estou a fazer um trabalho sobre Murais e comunicação. Neste contexto, gostaria que me enviassem endereços onde poderei recolher informação. OBG

sexta-feira, 23 de setembro de 2005

Blogs que importam (VI)

"A noite, o que é?, 54.
Havia um pátio, gente em redor, um colorido, tudo o que se perdeu ficou lá. Mesmo a felicidade, como um doença de que nunca me livrei. Mesmo aquele cheiro de que até hoje não me libertei. Aquele cheiro indefinido em volta de tudo. As pessoas liam e perguntavam. Procuravam sinais. O maior erro é o de procurar sinais no que se escreve. A infelicidade, às vezes, provoca grandes momentos de alegria. A alegria é uma fenda, uma noite no meio da folhagem. Escreve-se: «Folhagem, aroma, mão, braço, rosto, janela, noite.» E as pessoas não suspeitam que o sofrimento deixou de ser apenas uma espécie de metáfora mas que nunca se esquece essa imagem, as folhas das árvores vistas da janela. O grande mal que a literatura faz. Escrever é ser o contrário. Escreve-se contra a recordação, contra os sinais, contra as marcas; é a única honestidade, a única saída."

SC

poemas que estão (iv)

as primeiras coisas eram verdes ou azuis, com água pela cintura;
duras esmeraldas umas, outras animais, vibrantes
quando lhes toca a luz; o mais das vezes encostados
à parede do estábulo com grandes olhos húmidos
e um precipício ao fundo (e as núvens são o seu bafo).
e no entanto, visto à distância exacta, tudo se transforma:
o cenário do mundo é só um infinito espaço
cheio de coisa nenhuma, e a luz o puro efeito
de dois deuses menores que marcam o compasso.

é certo que, na chuva, o teu corpo anuncia
com seu distante olhar, um prazer que não cabe
na estreiteza da fábula; um céu, não duvidemos,
acolhe o terno gesto que não foi.
já na parede a meio branca traço, a contragosto,
o tempo mal passado que apodrece; e ruminante encosto
ao tampo de água o bico ou pincel fosco
onde surgira, de repente, nada.

os portões oscilam, e a erva adiante, se nos aproximamos.
claramente vejo como te divides
num infinito número simultâneo de mundos.
as palavras celebram, mudas, a água na paisagem,
verde ou azul, conforme desejaste.
avanço imóvel, descalço sobre a erva,
e quando fecho os olhos invade-me a luz por dentro
compacta, completa, como as coisas primeiras.

António Franco Alexandre, Poemas

SC

quinta-feira, 22 de setembro de 2005

poemas que estão (iii)

SÚMULA

Minha cabeça estremece com todo o esquecimento.
Eu procuro dizer como tudo é outra coisa.
Falo, penso.
Sonho sobre os tremendos ossos dos pés.
É sempre outra coisa, uma
só coisa coberta de nomes.
E a morte passa de boca em boca
com a leve saliva,
com o terror que há sempre
no fundo informulado de uma vida.
Sei que os campos imaginam as suas
próprias rosas.
As pessoas imaginam os seus próprios campos
de rosas. E às vezes estou na frente dos campos
como se morresse;
outras, como se agora somente
eu pudesse acordar.

Por vezes tudo se ilumina.
Por vezes canta e sangra.
Eu digo que ninguém se perdoa no tempo.
Que a loucura tem espinhos como uma garganta.
Eu digo: roda ao longe o outono,
e o que é o outono?
As pálpebras batem contra o grande dia masculino
do pensamento.

Deito coisas vivas e mortas no espírito da obra.
Minha vida extasia-se como uma câmara de tochas.

- Era uma casa - como direi? - absoluta.

Eu jogo, eu juro.
Era uma casinfância.
Sei como era uma casa louca.
Eu metias as mãos na água: adormecia,
relembrava.
Os espelhos rachavam-se contra a nossa mocidade.

Apalpo agora o girar das brutais,
líricas rodas da vida.
Há no esquecimento, ou na lembrança
total das coisas,
uma rosa como uma alta cabeça,
um peixe como um movimento
rápido e severo.
Uma rosapeixe dentro da minha ideia
desvairada.
Há copos, garfos inebriados dentro de mim.
- Porque o amor das coisas no seu
tempo futuro
é terrivelmente profundo, é suave,
devastador.

As cadeiras ardiam nos lugares.
Minhas irmãs habitavam ao cimo do movimento
como seres pasmados.
Às vezes riam alto. Teciam-se
em seu escuro terrífico.
A menstruação sonhava podre dentro delas,
à boca da noite.
Cantava muito baixo.
Parecia fluir.
Rodear as mesas, as penumbras fulminadas.
Chovia nas noites terrestres.
Eu quero gritar paralém da loucura terrestre.
- Era húmido, destilado, inspirado.
Havia rigor. Oh, exemplo extremo.
Havia uma essência de oficina.
Uma matéria sensacional no segredo das fruteiras,
com as suas maçãs centrípetas
e as uvas pendidas sobre a maturidade.
Havia a magnólia quente de um gato.
Gato que entrava pelas mãos, ou magnólia
que saía da mão para o rosto
da mãe sombriamente pura.
Ah, mãe louca à volta, sentadamente
completa.
As mãos tocavam por cima do ardor
a carne como um pedaço extasiado.

Era uma casabsoluta - como
direi? - um
sentimento onde algumas pessoas morreriam.
Demência para sorrir elevadamente.
Ter amoras, folhas verdes, espinhos
com pequena treva por todos os cantos.
Nome no espírito como uma rosapeixe.

- Prefiro enlouquecer nos corredores arqueados
agora nas palavras.
Prefiro cantar nas varandas interiores.
Porque havia escadas e mulheres que paravam
minadas de inteligência.
O corpo sem rosáceas, a linguagem
para amar e ruminar.
O leite cantante.

Eu agora mergulho e ascendo como um copo.
Trago para cima essa imagem de água interna.
- Caneta do poema dissolvida no sentido
primacial do poema.
Ou o poema subindo pela caneta,
atravessando seu próprio impulso,
poema regressando.
Tudo se levanta como um cravo,
uma faca levantada.
Tudo morre o seu nome noutro nome.

Poema não saindo do poder da loucura.
Poema como base inconcreta de criação.
Ah, pensar com delicadeza,
imaginar com ferocidade.
Porque eu sou uma vida com furibunda
melancolia,
com furibunda concepção. Com
alguma ironia furibunda.

Sou uma devastação inteligente.
Com malmequeres fabulosos.
Ouro por cima.
A madrugada ou a noite triste tocadas
em trompete. Sou
alguma coisa audível, sensível.
Um movimento.
Cadeira congeminando-se na bacia,
feita o sentar-se.
Ou flores bebendo a jarra.
O silêncio estrutural das flores.
E a mesa por baixo.
A sonhar.


Herberto Hélder,
"Ou o poema contínuo", Assírio e Alvim

SC

quarta-feira, 21 de setembro de 2005

meioporcento

segundo estimativas do FMI, para além de crescermos apenas 0,5% este ano, a taxa de desemprego poderá atingir os 7,4 por cento e em 2006 os 7,7 por cento.

Pois.
SC

alerta laranja



não, não falo das presidenciais mas de um de VI na de Mercalli modificada

( e continua...)

SssCcc

segunda-feira, 19 de setembro de 2005

Setembro (V)

La foule
Je revois la ville en fête et en délire
Suffoquant sous le soleil et sous la joie
Et j'entends dans la musique les cris, les rires
Qui éclatent et rebondissent autour de moi
Et perdue parmi ces gens qui me bousculent
Étourdie, désemparée, je reste là
Quand soudain, je me retourne, il se recule,
Et la foule vient me jeter entre ses bras...

Emportés par la foule qui nous traîne
Nous entraîne
Écrasés l'un contre l'autre
Nous ne formons qu'un seul corps
Et le flot sans effort
Nous pousse, enchaînés l'un et l'autre
Et nous laisse tous deux
Épanouis, enivrés et heureux.
Entraînés par la foule qui s'élance
Et qui danse
Une folle farandole
Nos deux mains restent soudées
Et parfois soulevés
Nos deux corps enlacés s'envolent
Et retombent tous deux
Épanouis, enivrés et heureux...
Et la joie éclaboussée par son sourire
Me transperce et rejaillit au fond de moi
Mais soudain je pousse un cri parmi les rires
Quand la foule vient l'arracher d'entre mes bras...
Emportés par la foule qui nous traîne
Nous entraîne
Nous éloigne l'un de l'autre
Je lutte et je me débats
Mais le son de sa voix
S'étouffe dans les rires des autres
Et je crie de douleur, de fureur et de rage
Et je pleure...
Entraînée par la foule qui s'élance
Et qui danse
Une folle farandole
Je suis emportée au loin
Et je crispe mes poings, maudissant la foule qui me vole
L'homme qu'elle m'avait donné
Et que je n'ai jamais retrouvé...


SC

Blogs que importam (V)


I wanna go south, again and again...

apontamentos d'estrada, a lembrar o mesmo sul maltratado que habita "The heart is a lonely hunter", esse manifesto poético-marxista em forma de prosa...

segue-se, em leituras, a balada do café triste

a cada um, a sua obsessão.

SC

Pai, pedido satisfeito



mergulha em busca de sonhos
ou um lema pode vergar-te
(árvores são raízes
e vento é vento)

confia no coração
se os mares arderem
(e vive por amor
mesmo que estrelas recuem)

honra o passado
mas saúda o futuro
(e dança para longe
a tua morte nesta união)

não te importes com um mundo
com seus vilões e heróis
(porque deus gosta de raparigas e do amanhã
e da terra)


e.e.cummings, ninety - five poems


SC (tradução)

Setembro (IV)


Eu, 33N 03' 16W 19'


SC

Setembro (III)


Hermanos, Clube Lua


SC

Setembro (II)


Clã, Avante




SC

sexta-feira, 16 de setembro de 2005

top +

Česká Republika, Polska, Suomi, Sverige (esta incrivelmente morena, estilo persa-magrebina)

contagem decrescente?

parece que ultrapassei metade da vida esperada para a média dos homens nascidos em Portugal em 2004

mais de 20 anos perdidos



cerca das 3 da tarde descubro que esquecera a máquina de calcular na sala da reunião da manhã. pânico! tem mais de 20 anos, nunca me deixou ficar mal, era um complemento quando o cérebro ficava preguiçoso ou os números infinitamente grandes ou graciosamente pequenos

a média das estatísticas

em Portugal, a esperança de vida à nascença para homens é de cerca de 74 anos e em 2050 ultrapassará os 81. aos 65 anos de idade, a esperança de vida é de mais de 15 anos e em 2050 será de quase 20. se eu chegar aos 82, mesmo que não me recandidate a PR, ultrapassarei a esperança média de vida de quem nasce em 2050 e viverei mais cerca de 3 anos

esperando só ser aposentado compulsivamente aos 70, terei contribuído com descontos para a segurança social durante 47 anos e só receberei pensão durante 15. palpita-me que mesmo assim contribuirei para uma segurança social deficitária, independentemente de vir a ter 3 filhos

iranianos marxistas em Bruxelas

cruzei-me na 4ª feira, em Schuman, com uma manif de 20 iranianos marxistas. agitavam bandeiras vermelhas com a imagem estilizada de Marx, e chamavam assassino ao presidente iraniano. tentei encontrar o partido que se agitava, mas não encontrei a bandeira, apesar de outras bastante sugestivas

entre outras, vale a pena ver o que dizem do Álvaro


quinta-feira, 8 de setembro de 2005

ao estilo Bin Laden

a minha DG fez hoje uma referência “ao seu [meu] amigo”

espero que a associação não tenha sido terrorista

domingo, 4 de setembro de 2005

Setembro (I)

A vida é como uma corda
De tristeza e alegria
Que saltamos a correr
Pé em baixo, pé em cima
Até morrer

Não convém esticá-la
Nem que fique muito solta
Bamba é a conta certa
Como dança de ida e volta
Que mantém a via aberta

Dançar na corda bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba

Salta agora pelo amor
Ele dá o paladar
Mesmo que a tua sorte
Seja a de um perdedor
Nunca deixes de saltar

Se saltares muito alto
Não tenhas medo de cair (baby)
De ficar infeliz
Feliz a cem por cento
Só mesmo um pateta feliz

Dançar na Corda Bamba
Não é techno, não é samba
É a dança do ter e não ter
É a dança da Corda Bamba



SC

sexta-feira, 2 de setembro de 2005

antes da Festa

se o Ricardo deixar…



Os Mostar Sevdah Reunion são considerados o expoente máximo da música feita na Bósnia–Herzegovina. Após quatro discos, dois em nome próprio, um com Ljiljana Butler e outro com o lendário cantor cigano Saban Bajramovic, este grupo colocou a destruída Mostar do pós guerra no mapa da World Music e deu a conhecer o Sevdah (palavra de origem árabe que significa amor, desejo e êxtase) ou, como muitos lhe chamam, o Blues dos Bálcãs.

quinta-feira, 1 de setembro de 2005

finais de Agosto



basideddu, Gian